quarta-feira, 28 de maio de 2008

Dreamweaver CS4



Lançamento do dreamweaver CS4 com explicações da nova ferramenta, na Adobe TV.

Soluções que eu queria dar se eu fosse de lá

Este post vai ser uma forma de "desabafar" idéias que tenho. Eu sofro de um problema de criatividade improdutiva e alheia. Explico: muitas vezes eu penso em empresas, empresas públicas, setores públicos, entre outros e crio soluções para elas, mas esta solução muitas vezes não terão oportunidade de ver a luz do dia. O que me deixa meio decepcionada, afinal é uma ação improdutiva e muitas vezes apenas interna, e muitas vezes ela não terá oportunidade nem de evoluir, melhorar.

Dessa vez pensei na parte de comunicação do Senado Brasileiro e como ela pode acontecer na internet. Pensei em formas de como o senado pode se comunicar com os mais jovens e essa a geração internética.

Primeira solução: aumentar as mídias que os senadores usam para comunicar o que fazem, seus projetos, suas lutas no senado e suas opiniões sobre os vários assuntos voltados. Nesta parte já há vários senadores e deputados usando estas mídias, mas centralizar todos os blogs oficiais no site do senado seria interessante. Complementaremos estes blogs com o Twitter, um microblogging onde pode ser atualizado constantemente, e onde a população terá oportunidade de acompanhar os passos do senadores enquanto estão exercitando esta função. Vocês podem questionar que muitos desses senadores não sabem nem usar internet quanto mais usá-la destas formas, bem todos os senadores têm seus assessores que podem fazer este papel de linkar o senador com seus eleitores e com a população brasileira.

Pontos positivos da proposta: acompanhar os senadores de forma mais fácil e eficiente e entender suas propostas e suas opiniões. Facilita o papel do cidadão.
Pontos que podem dificultar a ação: assessores despreparados para usar as ferramentas, resistência de senadores com internet.

Segunda solução: criar formatos novos para que a população entenda os projetos de leis , as discussões que acontecem no senado e entender como funciona o senado. A forma mais usual de mostrar essas questões são textos de difícil entendimento, com linguagem rebuscada. Para facilitar e trazer interesse no entendimento dessas questões a solução que ofereço é utilizar o newsgame e hipervídeos, estas são mídias novas até na internet, mas são espaços interessantes onde há interatividade com a população no formato que a eles interessa muito.
Newsgames: os mais jovens estão acostumados e gostam muito de jogos interativos, por isso este formato pode interessar muito a este público. Mas o mais interessante deste formato é que ele ensina de forma divertida e da mais intendimento que um texto elaborado.
Hipervídeos: além da interatividade é um espaço de vídeo onde o mesmo tem links de textos, outros vídeos e imagens que podem ilustrar de melhor forma o assunto tratado.

Pontos positivos da proposta: interatividade; formatos mais interessantes e que formam um link com quem está sendo passada a informação.
Pontos que podem dificultar a ação: profissionais qualificados para fazer tais ações; tempo de criação (pode demorar); quantidade produzida por mês; divulgação

Terceira solução: Esta solução é para poder divulgar as ações anteriores, afinal do que adianta fazer tais ações se elas não são divulgadas? Bem, o ideal é continuar na internet para isso. Fazer vídeos virais para colocar no You Tube é uma opção, mas devem ser vídeos que despertem a vontade de vê-los, então filmes mais engraçados seriam o ideal. Colocar vídeos de seções do senado onde há alguma situação interessante/engraçada e que no final um slogan para que as pessoas entrem no site do senado. Este vídeo também pode ser inserido na TV.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Colette TV

A loja que eu mais acho interessante na moda se chama Colette, entro no site deles, já fui na loja, fiz uma monografia que se baseou na loja. Então posso dizer que Je L'aime Colette.

E derrepente descubro que a loja tem uma "TV" na internet. Muito interessante, só tem 3 programas até agora e é em francês. Mas é interessante:

PROGRAMA #1


PROGRAMA #2


PROGRAMA #3


Via: Sylvain Justum

terça-feira, 20 de maio de 2008

Geração Scuppie


Faz pouco tempo que escrevi aqui sobre o ecológicamente correto estar se tornando elitizado, todo uma análise sobre isso. Mas hoje descobri que existe um termo para os "chics" e eco-friendlys: SCUPPIE = Standing for Socially Conscious Upwardly Mobile Persons.

São pessoas que “querem salvar o mundo, sim. Mas enquanto isso querem aproveitar suas vidas. Não acreditam em compromisso. Ser eco-friendly não implica em abrir mão do prazer”, disse Chuck Faila o criador da expressão. Acho interessante essas pessoas que optam por ser assim, pois elas têm um poder de transformar as empresas. Agora para atingir este público qualificado e que quer gastar, mas gastar consciente, as empresas deverão prestar mais atenção ao que fazem e criar tecnologias inteligente e usar energia limpa.

Ótima forma de transformar o mundo sem perder as comodidades que a tecnologia trouxe. Ta, é elitista, mas ainda assim é válida.

Links: Reportagem Times sobre os Scuppie | The Scuppie Handbook
Via: Erika Palomino
imagem: The Scuppie Handbook

segunda-feira, 19 de maio de 2008

David Heinemeier Hansson at Startup School 08

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O legal deste vídeo é que têm slides para acompanhar. Interessante para eventos, escolas e universidades. (hipervídeo)

Se você quiser fazer um vídeo desses é só entrar aqui: omnisio

Campanha bem pensada

Resolvi colocar o vídeo depois da análise, que aí vocês podem ter a opção de já ver o vídeo com a análise em mente, ou vocês podem ir direto no vídeo.

O vídeo abaixo vi em 2 blogs e os dois fizeram análises diferente dele, e eu também farei uma análise diferente, isso para vocês entenderem como é interessante esta ação.

O vídeo abre um leque enorme para os vídeos publicitários na internet, pois junta várias "ações" dentro dele, e apesar dessa complexidade aparente ele vai direto no seu público-alvo. Suas complexidades:
Primeiro o vídeo vende duas marcas;
Segundo o vídeo é até bastante longo;
Terceiro aparece 3 assuntos tratados como se fosse um só, parece bem confuso, mas na verdade para seu público ele é bem claro.
O formato do vídeo: aula/dicas do melhor material a ser usado para grafitar com qualidade, mas também é enfático ao dizer qual marca usar. E no final fecha com a verdadeira marca "apoiadora" do comercial.

Esta marca grande de esportes está querendo atingir um público bem específico quando faz um vídeo desses. Apesar de ter uma ignorância sobre os detalhes desta arte pude perceber que no vídeo eles pegam uma marca de tintas, provavelmente luxo os grafiteiros. Eles colocam como apresentador um grafiteiro referência na arte. A mídia utilizada também é pensada como espaço que de fato encontra-se o público-alvo. Em um artigo do NY Times, os homens quando estão na internet preferem ver e baixar vídeos, ou seja, YouTube um canal muito utilizado por eles, principalmente para divulgar seu trabalho ou momento na vida. Então fizeram um vídeo viral que foi colocado no YouTube, local onde você encontra o público-alvo, também têm o vídeo no myspace.

Imagino que vocês perceberam que eles utilizaram tudo que este público gosta, e entraram onde eles estão. Como esta campanha pode não atingir o público? Afinal, eu mais meia dúzia de pessoas já espalharam este vídeo pela internet.

É bom lembrar que o grupo em questão têm uma predileção por usar apenas tênis, por isso um grande mercado para a empresa. Mas eles entenderam que este cliente é bem diferente dos demais clientes da empresa, sua linguagem é outra, seus interesses também. Eles segmentaram para poder atingir da forma mais adequada esta parte do mercado.

Gostei bastante de todo o conceito e a preocupação que tiveram, mas também a ousadia que é esta campanha, a forma como ela foi feita e a mídia usada. Isso é saber quem é seu cliente e seus interesses. Acredito que provavelmente não foi uma ação cara, pois a marca principal divide a campanha com uma segunda marca.



blogs onde vi o vídeo: Paul Isakson e Cris Brogan

sexta-feira, 16 de maio de 2008

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Construção em Brasília

Contarei uma pequena história para explicar porque cheguei à necessidade de escrever um texto sobre construções em Brasília. Por um bom tempo trabalhei em uma empresa que passa pela EPIA, uma via que corta Brasília, mas ao contrário do eixão ela corta pelo lado de fora. Bem, além de passar pela via em construção havia no caminho a construção do Carrefour da Asa Norte.

Imagine que toda vez que ia para o trabalho eu tinha que passar por locais sujos. Sim, porque infelizmente quando há qualquer tipo de construção em Brasília os arredores destas construções ficam imundos: é a terra vermelha da cidade misturada com os ingredientes para fazer a mistura do cimento, mais o cimento molhado, mais um monte de entulho de obra. Nunca entendia porque essa sujeira toda. Questionava se não havia uma forma mais limpa de fazer uma construção.

Além disso, sempre via aqueles programas de reconstrução da TV a cabo e as construções nunca eram tão sujas como as daqui. Claro, que também podia ser coisa maquiada para a TV. Mas a prova veio quando viajei para fora. Em todo o lugar que eu passava estava acontecendo um tipo de construção, em todos os países que passei havia algum tipo de reforma, mas olha que incrível, não havia sujeira perto das obras.

E não vale vir com aquelas frases malditas: “mas eles são países de primeiro mundo...”, isso não me convence. Sou adepta da frase: “sou pobre, mas sou limpinho”. Nada impede as pessoas a serem limpinhas.

Mas eu devo alertar que na maioria desses países as regras de construção são bastante rígidas e provavelmente sujar a cidade com os pneumáticos dos caminhões não é uma opção válida nas obras de lá. Então tudo começa por leis mais rígidas em relação as construções e a limpeza da cidade, depois padrões de qualidade da empresa.

Exemplo do que pode ser feito: vi em um programa australiano que eles vendem areias de duas formas por lá, acredito que aqui deve funcionar da mesma forma. A primeira é caminhão cheio de areia e a segunda são sacos de areia. Seria inteligente optar pelo saco de areia, pois se você não vai usar toda a areia que comprou pode estocá-la para outra obra de forma mais fácil e limpa e com pouquíssimo desperdício.

Outro exemplo é sempre recolher o entulho de forma simultânea ao seu surgimento, colocando ele em sacos de panos (isso eu vi na França, assim que era produzido o entulho eles eram colocados em grandes sacolas de lonas). Esses entulhos em sacos seriam colocados em caminhões grandes com as laterais altas para que não caia entulho pelas ruas da cidade. E os pneus sujos de terra dos caminhões: que tal não descarregar e carregar o caminhão na terra, fazer um espaço para eles, um espaço asfaltado de concreto que pode ser desfeito facilmente depois ou reutilizado. Se pensar bem sempre há uma saída para isso, sem contar que uma obra limpa é uma obra organizada e organização ajuda na velocidade de um trabalho.

imagem: videocast "Visita ao The Hub SP - Abril de 2008" de Tiago Dória

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Música de viagem 2

Tinha esquecido, mas esta também estava nas paradas

terça-feira, 13 de maio de 2008

Futuro das Marcas

Bastante interessante este slide, mas eles esqueceram que agora temos outras coisas além das marcas, e comprar e comprar, a nova ordem é ser eco e socialmente responsável. Mas a apresentação é muito boa.


From: Neutron, 8 months ago





Radical differentiation is the #1 discipline of high-performance brands and part 1 of the Zag workshop explains why.


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Para complementar o slide de cima:



From: coolstuff, 1 year ago





How to bridge the distance between business strategy and design


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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Mudanças

essa semana vai ser difícil eu postar, está acontecendo muitas mudanças positivas na minha vida, por isso preciso resolver tudo para ter tempo de postar.

Por enquanto deixo David Bowie cantando para vocês:

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Metrô de primeiro mundo

Passeando pela Europa você tem a oportunidade de conhecer um transporte público realmente eficiente e de certa forma confortável para seus usuários. Mas quando vi a campanha que a ikea está fazendo no Japão pensei: "Isso é que é metrô de primeiro mundo".

Muito interessante a campanha, a seguir as fotos:













































































































imagens de: daqui e daqui
via: Kirai

terça-feira, 6 de maio de 2008

A ecologia e a economia e evolução


Gostaria de avisar, antes que comecem a ler, que sou a favor da preservação do planeta. O que eu quero que prestem atenção é que, em vários momentos, esta motivação pode esconder uma tentativa de sabotagem aos concorrentes.

Tudo começou quando estava em Londres, onde há uma tendência de ser ecologicamente correto em todos os sentidos da vida, ou seja: utilizar produtos feitos/plantados no próprio país para evitar gasto de combustíveis e consequentemente poluição; evitar de viajar de avião (motivo anterior); usar produtos recicláveis; reciclar; evitar fast fashion (hum?!); consumir menos; usar bicicleta ou andar em vez de usar carro; entre vários outros. Claro que ser ambientalmente e socialmente responsável é o ideal, mas exagero faz mal. Como mamãe dizia, tudo em exagero faz mal para a saúde. Nesse caso, faz mal para as economias de países menos desenvolvidos.

Bom, eu tenho uma teoria meio doida sobre isso. Sim, está havendo um aquecimento Global e eu não o estou contrariando, mas países estão utilizando este problema para poder sabotar, de certa forma, os países que estão se desenvolvendo recentemente, como China, Ìndia e Brasil. Se você pára de comprar coisas de outros países, eles tendem a não se desenvolver tão bem como poderiam, podendo até quebrar países (olhe o histórico da Argentina, por exemplo, cujo maior importador era o Brasil e quando este teve de diminuir a importação o país caiu em recessão, isso é história recente). Se você não viaja para outros países (viagens de avião) o turismo diminui. Novamente lembro a vocês que há locais que vivem só disso. Bem como esta atitude, de não viajar, diminui o intercâmbio entre culturas, evitando que as pessoas evoluam e adquiram mais informação e sabedoria.

Estava lendo a Marie Claire inglesa, edição especial eco chic ou algo do tipo. Nela havia uma matéria onde uma senhora falava como você deveria ser ecologicamente e socialmente correto nas roupas que veste. Primeiro, ela fala que pensou nisso quando seu cartão de crédito fez uma promoção de troca de roupas do tipo "você leva sua roupa usada e ganha crédito para roupas novas e ecologicamente corretas". Claro que ela se desapontou ao ver que tinha doado Pradas e Guccis, recebendo em troca novas roupas "feias", segundo ela. Emenda depois que as roupas ecologicamente corretas devem ter designs mais bonitos e serem mais interessantes, ficando até mais caras para poder utilizar produtos de alta-qualidade. A matéria ainda diz que usar roupas fast-fashion seria ecologicamente errado: pronto. Chegou a um ponto em que preciso argumentar: Os fast fashions são opções baratas para roupas bonitas e interessantes, mesmo que sejam cópias das marcas famosas seguem a tendência da moda, chegam nas lojas antes mesmo das roupas originais. Isto está causando uma mudança de paradigmas no mercado da moda.

Essa mudança é muito necessária e bem vinda, tira da "elite" o poder de se vestir bem, dando a todos a possibilidade de comprar coisas interessantes e poderem se ligar na moda. Isso faz bem para o mercado, que cresce e cria clientes de qualidade, que conhecem a moda. Infelizmente, para grandes conglomerados isso tira o ponto inovador e único de suas criações. Talvez para um país desenvolvido o fast fashion sirva como roupa de uso rápido e descartável, mas para países como o Brasil é principalmente uma opção barata de se vestir bem. Toda essa reviravolta está acelerando e aumentando a quantidade de coleções. Agora as coleções mudam de 3 em 3 meses, mas vamos combinar que isso também é uma evolução que a era da internet está trazendo.

Além deste aspecto, um dos pontos muito "estranhos" das afirmações da jornalista que fez a matéria é dizer que as pessoas devem comprar produtos mais caros e com qualidade. Bem, quem pode comprar roupas caras e de "qualidade" são as pessoas mais capitalizadas. Uma conclusão a que meu namorado, André, chegou é que esta é uma forma de se livrar da culpa do aquecimento global e continuar colocando nas pessoas impossibilitadas de comprar produtos de luxo a culpa da destruição do planeta. Tal como se pode comprar balinhas sugar-free, se pode comprar roupas guilty-free. Hummm, interessante.

Acredito que ao invés de regredir dessa forma, falando para pessoas deixarem de consumir, deixarem de viajar ou deixarem de fazer algo que as tecnologias de hoje em dia permitem, o melhor é evoluir tecnologicamente. Substituir combustíveis poluentes, ou mesmo usar formas de energia alternativas e não poluentes. Inclusive podemos utilizar tecnologias novas que tem pouco investimento como o plástico feito de cana-de-açúcar ou de milho que são biodegradáveis. Enfim, evoluir tecnologicamente para termos uma vida ecologicamente e socialmente correta sem perder as comodidades modernas.

imagem: Ana Lopes(eu) Londres 2008

Músicas de viagem

Voltei de uma viagem que muda a vida da pessoa, quer "sabê, ta" mudando, vou tomar uma decisão muito certa semana que vêm, que muitos vão achar loucura, mas não é. É uma forma de começar a me respeitar.

Queria fazer um post forte sobre várias coisas que pensei e conclusões que cheguei nesse tempo tão necessário e abençoado, mas achei melhor começar com algo mais calmo. Então resolvi que a música é a melhor maneira de começar. Queria colocar aqui coisas que marcaram a viagem, duas músicas em particular. A primeira marcou o final da viagem e a segundo, bem, eu acordava escutando ela.

Adele - Chasing Pavements. Se tirarem o vídeo do You Tube entre aqui.


Como não estou achando embed da música vai o link da música dos The Ting Tings - Great DJ


por Rutu Modan