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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mudanças na Mídia
Este vídeo é ótimo para sabermos números da social media, mas pode ser perigoso para quem acha que as social medias são a única solução. Antes de mais nada deve-se atentar para o fato de que nem todo mundo está na internet ou participa dela ativamente, quem é seu cliente e onde ele está devem ser as principais informações antes de começar um planejamento desse tipo, se ele não estiver na internet de nada adianta entrar neste mundo. Mas se ele estiver é muito interessante trabalhar com ela, mas trabalhar conscientemente e sabendo ao que seu cliente responde, afinal, nem sempre um viral é bem vindo.
via paul isakson
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Sobre um estudo polêmico
Saiu a pouco tempo um estudo sobre os jornalistas da EBC e sua relação com a internet e o jornalismo cidadão. Vou ser sincera, não li o estudo inteiro, mas do que pude ver notei algumas falhas. O problema é que o estudo está sendo mostrado por várias pessoas em forma de mostrar uma grande falha nos jornalistas da empresa.
Queria deixar claro que trabalhei lá por um curtíssimo período de tempo e vi as várias dificuldades que estes jornalistas tem com essa nova mídia, mas ao mesmo tempo achei o estudo tendencioso.
Vamos aos pontos que acredito ser grandes falhas, esses pontos foram justificados pela criadora do estudo após um diretor da empresa questioná-la. Primeiro, o universo de jornalistas da EBC é de mais ou menos 300 e foram entrevistados apenas 14. Ora, como eu tenho garantia que a pesquisa não foi tendenciosa? Como eu sei que o jornalista voluntário para a pesquisa não foi voluntário porque foi um dos poucos selecionados para saber do acontecimento da pesquisa. Até o editor-executivo disse não saber que estava acontecendo tal pesquisa. Logo deduz que o convite para participar da pesquisa não foi amplamente divulgado. Num universo de 300 jornalistas que estão localizados em um espaço delimitado e de fácil acesso, acredito que para efeito de pesquisa ela deveria ter entrevistado muito mais pessoas, e havia essa possibilidade. Ela deveria ter um número maior de editores e diretores entrevistados também. Vamos lembrar que ela falava de uma empresa específica, e não de uma classe de profissionais, isso quer dizer que ela deveria entrevistar os vários níveis e proporcional como eles aparecem na empresa.
Segundo, a autora diz que o estudo dela não leva em consideração a tecnologia que a empresa usa, pois este não é o foco dele. Bem, se você está falando de uma empresa e falando justamente de uma área que a tecnologia é um grande ator relacionar e explicar o que é usado na empresa é apenas uma forma de embasar e justificar as várias respostas dos funcionários. A tecnologia nesse caso faz parte da filosofia da empresa em relação ao tema e ela nunca poderia ficar de fora, nem o histórico dela. Aliás isso seria uma grande base de análise profunda do que realmente ocorre dentro dessa empresa e mostraria as falhas e como solucioná-las.
No mais, acredito que esse estudo aprofundado pode trazer muitas coisas interessantes sobre o jornalismo e sua cultura. Acharia interessante que ele pudesse crescer para alcançar jornalistas do Brasil inteiro. Interessante ter este perfil, para esta classe poder crescer com as falhas mostradas nele. Achei ótimo alguém tocar neste assunto e espero que as discussões evoluam.
Quero deixar claro aqui que estas são opiniões pessoais, embasadas no que aprendi na faculdade e na pós-graduação, de como se faz um TCC e como se faz pesquisas. Desse modo não coloco bibliografia, aqui é achismo.
Pesquisa de Carine Roos, baixe aqui.
Resposta ao editor executivo da Agência Brasil sobre a pesquisa
Queria deixar claro que trabalhei lá por um curtíssimo período de tempo e vi as várias dificuldades que estes jornalistas tem com essa nova mídia, mas ao mesmo tempo achei o estudo tendencioso.
Vamos aos pontos que acredito ser grandes falhas, esses pontos foram justificados pela criadora do estudo após um diretor da empresa questioná-la. Primeiro, o universo de jornalistas da EBC é de mais ou menos 300 e foram entrevistados apenas 14. Ora, como eu tenho garantia que a pesquisa não foi tendenciosa? Como eu sei que o jornalista voluntário para a pesquisa não foi voluntário porque foi um dos poucos selecionados para saber do acontecimento da pesquisa. Até o editor-executivo disse não saber que estava acontecendo tal pesquisa. Logo deduz que o convite para participar da pesquisa não foi amplamente divulgado. Num universo de 300 jornalistas que estão localizados em um espaço delimitado e de fácil acesso, acredito que para efeito de pesquisa ela deveria ter entrevistado muito mais pessoas, e havia essa possibilidade. Ela deveria ter um número maior de editores e diretores entrevistados também. Vamos lembrar que ela falava de uma empresa específica, e não de uma classe de profissionais, isso quer dizer que ela deveria entrevistar os vários níveis e proporcional como eles aparecem na empresa.
Segundo, a autora diz que o estudo dela não leva em consideração a tecnologia que a empresa usa, pois este não é o foco dele. Bem, se você está falando de uma empresa e falando justamente de uma área que a tecnologia é um grande ator relacionar e explicar o que é usado na empresa é apenas uma forma de embasar e justificar as várias respostas dos funcionários. A tecnologia nesse caso faz parte da filosofia da empresa em relação ao tema e ela nunca poderia ficar de fora, nem o histórico dela. Aliás isso seria uma grande base de análise profunda do que realmente ocorre dentro dessa empresa e mostraria as falhas e como solucioná-las.
No mais, acredito que esse estudo aprofundado pode trazer muitas coisas interessantes sobre o jornalismo e sua cultura. Acharia interessante que ele pudesse crescer para alcançar jornalistas do Brasil inteiro. Interessante ter este perfil, para esta classe poder crescer com as falhas mostradas nele. Achei ótimo alguém tocar neste assunto e espero que as discussões evoluam.
Quero deixar claro aqui que estas são opiniões pessoais, embasadas no que aprendi na faculdade e na pós-graduação, de como se faz um TCC e como se faz pesquisas. Desse modo não coloco bibliografia, aqui é achismo.
Pesquisa de Carine Roos, baixe aqui.
Resposta ao editor executivo da Agência Brasil sobre a pesquisa
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Wearable Fluid Interfaces
Interessante palestra sobre nova tecnologia de interface Fluida ministrada na TED que está acontecendo este ano pelo MIT Media Lab’s Fluid Interfaces group.
via: Emily Chang
via: Emily Chang
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Como fazer sites por BBC
A BBC disponibilizou no BBC Radio Labs como eles fazem um site. No início do texto eles avisam que quem já utiliza conceitos como: "one web, a importância do persistent URIs, REST, Domain Driven Design e Linked Open Data" o post não irá trazer nada de novo, mas juntará todos estes pensamentos.
Via: Tiago Dória
E o vídeo do primeiro comercial do Hulu foi apresentado no Superbowl:
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Indicação de post
Uma grande amiga minha fez um manifesto/análise sobre o Agile Web Design, veja aqui, abaixo apresentação de Antônio Carlos Silveira, do Yahoo!Brazil, sobre Scrum Agile Development. No post, que vale muito a pena ser lido por designers, web designers, publicitários e interessados no assunto ela discorre sobre essa nova forma de gerir o design.
Novamente o link: Yaso - Web design ágil: manifesto
Update: Experience Design Manifesto por Don Norman
Update 2: documentação UX do Iphone by @yaso
Novamente o link: Yaso - Web design ágil: manifesto
Update: Experience Design Manifesto por Don Norman
Update 2: documentação UX do Iphone by @yaso
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Para não dizer que não falei de Campus Party
Estes são os slides de uma das palestras do CParty. Foi ministrada pelo DPadua que entende muito do que fala e eu tenho o prazer de conhecer.
Parabéns Daniel!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
DOIS ASSUNTOS
Neste post queria abordar dois temas distintos que na minha cabeça fizeram sentido ser abordados juntos. Os dois são temas que merecem ser aprofundados, mas que infelizmente eu não consiguirei fazer isso aqui, o que farei é colocar um monte de link e minha opinião para a formação da sua, ou não.
1. Crise da moda
Várias pessoas falaram sobre o ano fraco da moda brasileira e mundial. Algum desses nomes são Jorge Wakabara, Gloria Kalil, Eric Wilson (NY Times)
.
A maioria afirma que houve uma ausência de criatividade entre os criativos este ano e tudo o que foi feito já havia sido feito anteriormente e ocorreu apenas releituras. Sinto um sentimento nas pessoas da moda de que já foi feito tudo e que não há mais nada para inovar e um medo de inovar e não vender. Na minha opinião, isso pode estar ocorrendo porque o "povo da moda" (aliás termos feio e elitista que não considera que o consumidor de moda também faz parte desse mundo, e quem consome moda é todo mundo que é capitalista e tem um mínimo de poder aquisitivo para poder comprar o que vê os outros usando) se inspira sempre nas mesmas coisas. Engraçado que é vejo um clichê onde o que é sexy é rock 'n' roll e que colorido é étnico, que por sua vez é inspirando (muitas vezes) na África. Enfim, se sua inspiração para fazer algo é sempre clichê, não há nada de novo, porque sua criação iria vir nova? Ah!mas eu posso ter uma inspiração e fazer de forma diferente do usual. Desculpa, mas não fica.
Realmente é estranho como o que é diferente e possívelmente inovador pode se tornar algo brega para esse mundo, já que a inspiração não veio dos lugares "certos". Tenho que fazer um parêntese, isso que estou falando de inspirações não é uma coisa muito consciente.
Então, o que acontece é o que está acontecendo com a Vogue, onde no final do ano passado e início deste ocorreu um reboliço sobre o destino de Dona Ana Wintour. E a carta da leitora que disse não ver nada de novo na revista. Claro que não há nada de novo. Se todo mundo acha que já fez tudo que podia fazer, se as inspirações vêm sempre dos mesmos lugares, se as modelos continuam feias e magras como sempre, como você pode ter inovação? Bem eu não sei. (links sobre a Vogue: Cathy Horynn, Alcino Leite, Jorge Wakabara)
Em alguns comentários que vi por aí é a esperança de que a crise econômica pode ser a salvação para a criatividade na moda, pois a teoria é de que nos momentos de crise é que as pessoas se viram, criativamente, para encontrar uma solução nova. Eu sou cética quanto a isso, não acredito que a crise traga criatividade e sim mais "do mesmo", acredito que as pessoas ficarão conservadoras e só trarão fórmulas prontas e comprovadas.
2. Blog pode ter publicidade
Alguns links sobre o assunto: Maria Prata, Ricardo Oliveiros, Folha de São Paulo, Malvados, Jorge Wakabara.
Este assunto é interessante, não é de hoje que escuto que blog não deve receber para fazer post. Na verdade tem duas vias: você é pago para fazer post sobre uma empresa ou ela apenas patrocina o seu blog.
Se for o primeiro e seu blog é sobre dicas de empresas e produtos, por que não? Se você fizer uma análise real, sem favorecer e deixar aberta a discussão sobre o assunto para que outros consumidores possam opinar, acredito que tudo bem. Também acredito que não haja problema se você for patrocinado por uma empresa, mas com alguns poréns: você tem de ser cliente da empresa e ser a favor dela, e você tem de ter autonomia em seu blog, o que pode ser muito difícil.
O que acho errado é se você é contratado para repetir palavras de assessor de imprensa. Acredito que um blog pode ser feito da forma que o criador bem entender e bem quiser, ele é livre ali, aquele é seu reino. E o leitor perceberá quando está sendo lendo um post propaganda ou não. O que você deve ser é coerente com suas crenças e com o que você mostra em seu blog.
1. Crise da moda
Várias pessoas falaram sobre o ano fraco da moda brasileira e mundial. Algum desses nomes são Jorge Wakabara, Gloria Kalil, Eric Wilson (NY Times)
.
A maioria afirma que houve uma ausência de criatividade entre os criativos este ano e tudo o que foi feito já havia sido feito anteriormente e ocorreu apenas releituras. Sinto um sentimento nas pessoas da moda de que já foi feito tudo e que não há mais nada para inovar e um medo de inovar e não vender. Na minha opinião, isso pode estar ocorrendo porque o "povo da moda" (aliás termos feio e elitista que não considera que o consumidor de moda também faz parte desse mundo, e quem consome moda é todo mundo que é capitalista e tem um mínimo de poder aquisitivo para poder comprar o que vê os outros usando) se inspira sempre nas mesmas coisas. Engraçado que é vejo um clichê onde o que é sexy é rock 'n' roll e que colorido é étnico, que por sua vez é inspirando (muitas vezes) na África. Enfim, se sua inspiração para fazer algo é sempre clichê, não há nada de novo, porque sua criação iria vir nova? Ah!mas eu posso ter uma inspiração e fazer de forma diferente do usual. Desculpa, mas não fica.
Realmente é estranho como o que é diferente e possívelmente inovador pode se tornar algo brega para esse mundo, já que a inspiração não veio dos lugares "certos". Tenho que fazer um parêntese, isso que estou falando de inspirações não é uma coisa muito consciente.
Então, o que acontece é o que está acontecendo com a Vogue, onde no final do ano passado e início deste ocorreu um reboliço sobre o destino de Dona Ana Wintour. E a carta da leitora que disse não ver nada de novo na revista. Claro que não há nada de novo. Se todo mundo acha que já fez tudo que podia fazer, se as inspirações vêm sempre dos mesmos lugares, se as modelos continuam feias e magras como sempre, como você pode ter inovação? Bem eu não sei. (links sobre a Vogue: Cathy Horynn, Alcino Leite, Jorge Wakabara)
Em alguns comentários que vi por aí é a esperança de que a crise econômica pode ser a salvação para a criatividade na moda, pois a teoria é de que nos momentos de crise é que as pessoas se viram, criativamente, para encontrar uma solução nova. Eu sou cética quanto a isso, não acredito que a crise traga criatividade e sim mais "do mesmo", acredito que as pessoas ficarão conservadoras e só trarão fórmulas prontas e comprovadas.
2. Blog pode ter publicidade
Alguns links sobre o assunto: Maria Prata, Ricardo Oliveiros, Folha de São Paulo, Malvados, Jorge Wakabara.
Este assunto é interessante, não é de hoje que escuto que blog não deve receber para fazer post. Na verdade tem duas vias: você é pago para fazer post sobre uma empresa ou ela apenas patrocina o seu blog.
Se for o primeiro e seu blog é sobre dicas de empresas e produtos, por que não? Se você fizer uma análise real, sem favorecer e deixar aberta a discussão sobre o assunto para que outros consumidores possam opinar, acredito que tudo bem. Também acredito que não haja problema se você for patrocinado por uma empresa, mas com alguns poréns: você tem de ser cliente da empresa e ser a favor dela, e você tem de ter autonomia em seu blog, o que pode ser muito difícil.
O que acho errado é se você é contratado para repetir palavras de assessor de imprensa. Acredito que um blog pode ser feito da forma que o criador bem entender e bem quiser, ele é livre ali, aquele é seu reino. E o leitor perceberá quando está sendo lendo um post propaganda ou não. O que você deve ser é coerente com suas crenças e com o que você mostra em seu blog.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Muito importante ver
Muito boa a entrevista com a Yóne Sanches que está no blog do Tiago Dória.
A entrevista
A blogueira
O entrevistador
A entrevista
A blogueira
O entrevistador
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Escola do futuro
A Notícia já está meio velhinha, ela é de maio deste ano, mas como fiquei sabendo só hoje e achei muito interessante to postando.
Em maio deste ano foi inaugurada no Rio de Janeiro um modelo de escola do futuro, a NAVE, é uma escola pública que traz a tecnologia para a sala de aula. os alunos tem acesso a jogos tecnológicos, ao design, à internet wi-fi, entre outros.
A escola foi feita para formar profissionais que estão em falta no país, são profissionais de tecnologia, como foi afirmado no O Globo esta escola formará profissionais para as novas mídias: da programação de sistemas à criação de roteiro de programas e games.
Ainda no O Globo foi citado o que é o projeto:
Abaixo algumas imagens que consegui coletar sobre o colégio.






via: Yaso no Twitter, Ideas in blog e O Globo
Imagens: Ideas in blog e O Globo
Em maio deste ano foi inaugurada no Rio de Janeiro um modelo de escola do futuro, a NAVE, é uma escola pública que traz a tecnologia para a sala de aula. os alunos tem acesso a jogos tecnológicos, ao design, à internet wi-fi, entre outros.
A escola foi feita para formar profissionais que estão em falta no país, são profissionais de tecnologia, como foi afirmado no O Globo esta escola formará profissionais para as novas mídias: da programação de sistemas à criação de roteiro de programas e games.
Ainda no O Globo foi citado o que é o projeto:
"O Nave é um programa do Oi Futuro voltado para a pesquisa e desenvolvimento de soluções educativas que utilizem de forma diferenciada as tecnologias da informação e da comunicação no ensino médio. O projeto será formado pelo Colégio Estadual José Leite Lopes, pela Fábrica de Cultura Digital – um centro de pesquisa e inovações – e pela Usina de Expressão, espaço voltado para exposições e seminários. Modelo similar foi implantado em 2006 pelo Oi Futuro no Centro de Ensino Experimental Cícero Dias, em Recife (PE) – escola pública de tempo integral que desenvolve, entre outras atividades, uma fábrica de jogos, onde os alunos aprendem na escola a produzir jogos eletrônicos."
Abaixo algumas imagens que consegui coletar sobre o colégio.






via: Yaso no Twitter, Ideas in blog e O Globo
Imagens: Ideas in blog e O Globo
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Comparação
Muito interessante o que o blog It's just a bunch of stuff that happens fez para explicar porque o seu cliente fica confuso ao entrar no seu site. Muito bom, serve para clientes e webdesigners.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Publicidade nas novas tecnologias
Hoje resolvi olhar alguns sites de marketing e publicidade na esperança de achar discussões sobre a publicidade nas novas tecnologias. Achei outro tipo de discussão que me fez pensar em como a publicidade conseguiu ficar datada em relação ao mercado como um todo e como as suas tentativas de compensar o tempo perdido são muitas vezes chatas e fracassada.
Primeiro vamos as minhas fontes para chegar a essa tese. No blog Coletivo sem papas havia um post (já "antigo")em que falava de uma pesquisa que saiu no Estadão. Ela afirmava que o público achava a publicidade desagradável, até mais desagradável que um programa ruim. O público pesquisado é o brasileiro. Após essa leitura o próprio blog fez um link para o post do blog Não conte para mamãe, de um publicitário com muitos anos na profissão.
O autor criticava o engessamento que os planejamentos e as pesquisas traziam para o criativo de hoje em dia. Depois do texto muitos comentário díspares sobre o assunto. Logo após ver este post fui no blog do Paul Isakson que havia feito um power point (depois de ler o post do Neto você vai perceber a ironia) onde ele falava sobre o futuro da publicidade em celulares, fez referência de especialistas que diziam ser um grande mercado crescente este tipo de mídia para a propaganda, mas ao mesmo tempo mostrando que o mercado não era receptivo a esse tipo de abordagem. E claro ele tocou no ponto da mudança de comportamente do consumidor. E a última fonte, que na verdade foi a primeira, mas que eu havia lido a vários dias atrás sobre Michael L. Dertouzos, veja aqui.
Bem o resultado dessa salada toda de informação foi que percebi que o mercado publicitário brasileiro que sofre de vários maus: o ego dos criativos e os clientes que não conseguem e não querem entender que publicidade é muito mais que cartazes e aparecer na TV. Esses problemas na base fizeram com que a era da internet e suas conexões não sejam entendidas e levadas em conta na criação publicitária, o uso da internet é feito de maneira inadequada que não usa o potêncial dessa mídia e irrita o usuário, são raras as ações verdadeiramente interessantes e criativas. Parece que a máxima de que "na publicidade nada se cria tudo se copia" esta no subconsciente.
O que falta é a necessidade de pesquisar a nova ferramenta, conhecer a internet, entender as conexões feitas. Também precisa-se conhecer a fundo o cliente nesse novo ambiente, por onde ele anda e o que chama sua atenção. A necessidade de pesquisa, a meu ver, é muito mais para o trabalho sair mais eficiente e assim mais criativo. Você conhecendo as possibilidades da ferramenta, conhecendo a fundo o seu cliente você poderá fazer ações que vão interessar e marcar positivamente ele.
Defendo um novo formato de agência de publicidade, retirar os rótulos de criador, planejamento, atendimento (e etc) e começar a falar de comunicador propagandista. Onde a campanha é feita por todos e as ações tenham liga entre elas, nada de ações isoladas que não criam uma identidade da marca para o cliente. As "publicidades" tem de ser engraçadinhas, mas tem de vender, é necessário criar em primeiro lugar a vontade de consumir o produto, depois fidelizar o cliente. Afinal a publicidade é a arte de vender bem. Entende-se por bem a venda fidelizada. Tudo isso você aprende na faculdade e esquece no mercado, mas é tão óbvio que eu não entendo porque não é feito, e a desculpa que tudo precisa ser para ontem não vale, afinal você constroi um monte de ações rápidas e não eficientes só gastando desnecessariamente o dinheiro do cliente.
Ah sem contar das mentiras e promessas não feitas e o péssimo telemarketing... enfim gostei dessa frase do Paul Isakson:
Para complementar o tema veja o vídeo abaixo:
Jon Steel: Planning at 40: Solving the wrong problems from JWT on Vimeo.
Mais coisa para pensar:

Para os criativos preguiçosos:
"EVERYTHING THAT CAN BE INVENTED HAS BEEN INVENTED"
Charles H. Duell, Comissionare, U.S. Office of Patents, 1899
Primeiro vamos as minhas fontes para chegar a essa tese. No blog Coletivo sem papas havia um post (já "antigo")em que falava de uma pesquisa que saiu no Estadão. Ela afirmava que o público achava a publicidade desagradável, até mais desagradável que um programa ruim. O público pesquisado é o brasileiro. Após essa leitura o próprio blog fez um link para o post do blog Não conte para mamãe, de um publicitário com muitos anos na profissão.
O autor criticava o engessamento que os planejamentos e as pesquisas traziam para o criativo de hoje em dia. Depois do texto muitos comentário díspares sobre o assunto. Logo após ver este post fui no blog do Paul Isakson que havia feito um power point (depois de ler o post do Neto você vai perceber a ironia) onde ele falava sobre o futuro da publicidade em celulares, fez referência de especialistas que diziam ser um grande mercado crescente este tipo de mídia para a propaganda, mas ao mesmo tempo mostrando que o mercado não era receptivo a esse tipo de abordagem. E claro ele tocou no ponto da mudança de comportamente do consumidor. E a última fonte, que na verdade foi a primeira, mas que eu havia lido a vários dias atrás sobre Michael L. Dertouzos, veja aqui.
Bem o resultado dessa salada toda de informação foi que percebi que o mercado publicitário brasileiro que sofre de vários maus: o ego dos criativos e os clientes que não conseguem e não querem entender que publicidade é muito mais que cartazes e aparecer na TV. Esses problemas na base fizeram com que a era da internet e suas conexões não sejam entendidas e levadas em conta na criação publicitária, o uso da internet é feito de maneira inadequada que não usa o potêncial dessa mídia e irrita o usuário, são raras as ações verdadeiramente interessantes e criativas. Parece que a máxima de que "na publicidade nada se cria tudo se copia" esta no subconsciente.
O que falta é a necessidade de pesquisar a nova ferramenta, conhecer a internet, entender as conexões feitas. Também precisa-se conhecer a fundo o cliente nesse novo ambiente, por onde ele anda e o que chama sua atenção. A necessidade de pesquisa, a meu ver, é muito mais para o trabalho sair mais eficiente e assim mais criativo. Você conhecendo as possibilidades da ferramenta, conhecendo a fundo o seu cliente você poderá fazer ações que vão interessar e marcar positivamente ele.
Defendo um novo formato de agência de publicidade, retirar os rótulos de criador, planejamento, atendimento (e etc) e começar a falar de comunicador propagandista. Onde a campanha é feita por todos e as ações tenham liga entre elas, nada de ações isoladas que não criam uma identidade da marca para o cliente. As "publicidades" tem de ser engraçadinhas, mas tem de vender, é necessário criar em primeiro lugar a vontade de consumir o produto, depois fidelizar o cliente. Afinal a publicidade é a arte de vender bem. Entende-se por bem a venda fidelizada. Tudo isso você aprende na faculdade e esquece no mercado, mas é tão óbvio que eu não entendo porque não é feito, e a desculpa que tudo precisa ser para ontem não vale, afinal você constroi um monte de ações rápidas e não eficientes só gastando desnecessariamente o dinheiro do cliente.
Ah sem contar das mentiras e promessas não feitas e o péssimo telemarketing... enfim gostei dessa frase do Paul Isakson:
"One of the major reasons people have grown to distrust advertising is because of companies promising something to try to win them over but then not delivering on it in the end."
Para complementar o tema veja o vídeo abaixo:
Jon Steel: Planning at 40: Solving the wrong problems from JWT on Vimeo.
Mais coisa para pensar:
Para os criativos preguiçosos:
"EVERYTHING THAT CAN BE INVENTED HAS BEEN INVENTED"
Charles H. Duell, Comissionare, U.S. Office of Patents, 1899
Browser Verde
O browser de internet Flock resolveu virar eco-friendly, essa ação chamou a atenção de algumas pessoas que se perguntaram como um browser de internet pode virar eco-friendly. No Coletivo Sem Papas eles descobriram:

Para você baixar a versão amiga da natureza entre aqui.
"(...) além de alterar a cor para verde, eles acrescentaram Feeds, videos e fotos relacionados à iniciativa verde e ainda doam 10% do seu lucro através do mecanismo de busca que vem no navegador para instituições ligadas ao meio ambiente."

Para você baixar a versão amiga da natureza entre aqui.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Ícone único para compartilhar

Depois de muito tempo voltei para postar sobre a tentativa de padronizar o ícone de compartilhamento na net. A iniciativa é de Alex King que se inspirou nos ícones do RSS e do OPML.

A idéia e parar com a poluição visual que os vários ícones de compartilhar podem causar em um blog por exemplo. O único problema será o de usuários se adaptarem a isso. Mas como na internet tudo é muito mais fácil de ser absorvido, acredito que pode dar certa a idéia. O site da campanha é este.
imagens: Share Icon Project e Pagina2
domingo, 17 de agosto de 2008
Interações Micro na Internet 2.0
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Pro-Creative Commons
vídeo sobre Creative Commons e a “cultura do compartilhamento”
Mais sobre Creative Commons do pessoal que fez o vídeo, veja aqui
Veja o vídeo fora deste blog aqui.
Fonte: Tiago Dória
Outros vídeos sobre Creative Commons: Get Creative e Reticulum Rex
aqui outros vídeos
sábado, 2 de agosto de 2008
Formatos novos de TV na internet
Hulu é um "site" onde você pode encontrar programas de TV, em qualidade boa e com permissão das emissoras. É de graça o acesso para os programas, o que paga são as publicidades dentro do site, infelizmente só quem pode entrar são os americanos, por enquanto. Mas a equipe do Hulu está trabalhando para poder abrir para "geral".
Creio que esse é um dos futuros da TV, a junção de mídias e saídas inteligentes para a maior abertura que a internet dá. A TV já está se abrindo e procurando saídas novas... e as gravadoras? desistiram? Não tem bons profissionais para os orientar... enfim, não vou abrir discursão agora, mas fica a questão no ar.
links: Notícia mais bem elaborada sobre o Hulu
TechCrunch também falou sobre isso
terça-feira, 22 de julho de 2008
Notinhas
Um dos sites que considero o melhor para ter notícias interessantes de tecnologia, e que é brasileiro, é do Tiago Dória, muito boa as notas e as novidades apresentadas, a linha que ele segue para escolha de notícias também é interessante. Posso estar enganada, mas acredito que ele dá destaque a notícias sobre colaboração. Gosto do tema e acredito que muitas pessoas deviam se inspirar nele.
Mas este post não é sobre o blog citado acima, mas sim sobre 2 notícias que li nele: A primeira é sobre o produto vencedor da competição New Media Women Entrepreneurs. O produto (que me lembrou a aula de produtos da pós, lembra Yaso)é um serviço, que acredito ser mais para turistas e empresários do ramo de turismo, onde as pessoas que quiserem recebem um histórico da rua em que está, as vencedoras e empreendedoras são Lila King e Karyn Lu veja aqui mais detalhes da notícia. O mais interessante desse serviço é a contribuição de histórias sobre a rua por moradores da mesma, ficando o serviço pessoal e mais interessante ainda.
A segunda notícia serve para os perdidos dentro da cidade, o Google lançou um novo aplicativo no Google Maps, onde ele te dá o melhor caminho para se ir a pé para algum lugar - mais detalhes aqui.
Juntando os dois serviços você não tem desculpa quando sair por aí e se perder sem ter noção de onde está.
Mas este post não é sobre o blog citado acima, mas sim sobre 2 notícias que li nele: A primeira é sobre o produto vencedor da competição New Media Women Entrepreneurs. O produto (que me lembrou a aula de produtos da pós, lembra Yaso)é um serviço, que acredito ser mais para turistas e empresários do ramo de turismo, onde as pessoas que quiserem recebem um histórico da rua em que está, as vencedoras e empreendedoras são Lila King e Karyn Lu veja aqui mais detalhes da notícia. O mais interessante desse serviço é a contribuição de histórias sobre a rua por moradores da mesma, ficando o serviço pessoal e mais interessante ainda.
A segunda notícia serve para os perdidos dentro da cidade, o Google lançou um novo aplicativo no Google Maps, onde ele te dá o melhor caminho para se ir a pé para algum lugar - mais detalhes aqui.
Juntando os dois serviços você não tem desculpa quando sair por aí e se perder sem ter noção de onde está.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Dica de site
Dica que vi no blog do Tiago Dória e achei interessante duplicar aqui.
O site Baeble Music, se direcionou para vídeos de músicas/bandas, você acha bandas de rock alternativo, mas o que chama a atenção é que eles estão disponibilizando show completos dos artistas. E da para fazer download - pagando US$ 10.
O site Baeble Music, se direcionou para vídeos de músicas/bandas, você acha bandas de rock alternativo, mas o que chama a atenção é que eles estão disponibilizando show completos dos artistas. E da para fazer download - pagando US$ 10.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Libera geral
Resolvi fazer este post, porque estou lendo, aos poucos, um livro da Patricia Seybold sobre - Outside Innovation. É algo como o cliente ser co-design de seus produtos e serviços, tudo isso podendo ser mais voltado para internet. Só que a crise, e a possibilidade de este post virar uma errata é grande pois queria comparar essa idéia inovadora e atual com o que está acontecendo na internet jornalística, o problema é que eu queria falar sobre o APIs, só que tem um problema para mim este tema, já que entendo pouco - aliás não tenho certeza se o que entendo é certo.
Quase toda semana leio em blogs que empresas como o NY Times, a Reuters e a BBC liberaram o acesso a seus APIs. E enquanto leio entendo que APIs liberados significa que um leitor desses sites tem a possibilidade de criar novas funções para conteúdos destes sites, ou no meu entendimento, os clientes podem co-designing novos produtos e serviços que serviram para diversificação e para chamar mais a atenção para as marcas consumidas.
O que acredito ser mais interessante é que estes sites - são principalmente os de notícias que fazem isso, mas acredito que outros sites e outros mercados podem fazer isso também (eu e a Patricia Seybold) - se abrem, quase que por completo e deixam seus clientes/consumidores/leitores costumizem novos aplicativos e/ou sites com base nos seus sites. Esses sites/aplicativos de clientes, quando bem elaborados, podem melhorar seu serviço e podem aumentar seu fluxo de cliente.
Vamos fazer um paralelo com a indústria musical. A Reuters está se abrindo para que ela sobreviva a nova era da internet, ela sabe que se não confiar em seus leitores e não se abrir as "ajudas" deles ela pode morrer. Bem a Reuters é a agência de notícia mais importante do mundo (em minha opinião) e acredito que continuará sendo. Já a indústria musical, vou dar como exemplo Marisa Monte, ninguém nega que ela é uma grande artista, mas seus CDs vem com exemplares contra o download para seu computador - ou seja, se você não for hacker você não consegue colocar o CD novo que você comprou no seu iPod, afinal não vêm em MP3 para baixar. E vamos pensar bem, hoje em dia as pessoas utilizam mais o iPod como mídia de música do que qualquer outra. Não liberando na net o livre download você não consegue ser conhecido por seu público, afinal, muitas pessoas baixam sua música para saber se é bom, gostou, muitas vezes a pessoa pode fazer o esforço de comprar o CD para ter o encarte. Mas mesmo assim, se você pensa que o artista não vai ganhar dinheiro com a música se não vender CDs, vou parodiar Ivete Sangalo - a cantora que mais vendeu CD no ano passado - "não ganho dinheiro com a venda de CDs e sim com o shows" (vide entrevista que ela deu a Marília Gabriela ano passado). Então, ta, chegamos a conclusão que o melhor é liberar sua música na net para todo mundo poder ouvir e querer ir ao seu show. Sem contar que se você deixar na net sua música ela pode virar tema de vídeos lindos dos seus fãs, e ser colocada no You Tube, onde terá grande visibilidade.
Chego a conclusão que o melhor é liberar, ser amigo de seu consumidor, deixar que ele transforme seu produto/serviço em algo pessoal, customizado por ele mesmo. Desta forma ele terá uma intimidade e carinho maior e melhor para com seu produto.
Quase toda semana leio em blogs que empresas como o NY Times, a Reuters e a BBC liberaram o acesso a seus APIs. E enquanto leio entendo que APIs liberados significa que um leitor desses sites tem a possibilidade de criar novas funções para conteúdos destes sites, ou no meu entendimento, os clientes podem co-designing novos produtos e serviços que serviram para diversificação e para chamar mais a atenção para as marcas consumidas.
O que acredito ser mais interessante é que estes sites - são principalmente os de notícias que fazem isso, mas acredito que outros sites e outros mercados podem fazer isso também (eu e a Patricia Seybold) - se abrem, quase que por completo e deixam seus clientes/consumidores/leitores costumizem novos aplicativos e/ou sites com base nos seus sites. Esses sites/aplicativos de clientes, quando bem elaborados, podem melhorar seu serviço e podem aumentar seu fluxo de cliente.
Vamos fazer um paralelo com a indústria musical. A Reuters está se abrindo para que ela sobreviva a nova era da internet, ela sabe que se não confiar em seus leitores e não se abrir as "ajudas" deles ela pode morrer. Bem a Reuters é a agência de notícia mais importante do mundo (em minha opinião) e acredito que continuará sendo. Já a indústria musical, vou dar como exemplo Marisa Monte, ninguém nega que ela é uma grande artista, mas seus CDs vem com exemplares contra o download para seu computador - ou seja, se você não for hacker você não consegue colocar o CD novo que você comprou no seu iPod, afinal não vêm em MP3 para baixar. E vamos pensar bem, hoje em dia as pessoas utilizam mais o iPod como mídia de música do que qualquer outra. Não liberando na net o livre download você não consegue ser conhecido por seu público, afinal, muitas pessoas baixam sua música para saber se é bom, gostou, muitas vezes a pessoa pode fazer o esforço de comprar o CD para ter o encarte. Mas mesmo assim, se você pensa que o artista não vai ganhar dinheiro com a música se não vender CDs, vou parodiar Ivete Sangalo - a cantora que mais vendeu CD no ano passado - "não ganho dinheiro com a venda de CDs e sim com o shows" (vide entrevista que ela deu a Marília Gabriela ano passado). Então, ta, chegamos a conclusão que o melhor é liberar sua música na net para todo mundo poder ouvir e querer ir ao seu show. Sem contar que se você deixar na net sua música ela pode virar tema de vídeos lindos dos seus fãs, e ser colocada no You Tube, onde terá grande visibilidade.
Chego a conclusão que o melhor é liberar, ser amigo de seu consumidor, deixar que ele transforme seu produto/serviço em algo pessoal, customizado por ele mesmo. Desta forma ele terá uma intimidade e carinho maior e melhor para com seu produto.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Como deve ser o site...
Estava fazendo um texto para um novo projeto meu e tive de procurar por sites de restaurantes de Brasília. Primeiro tem restaurante que não possui site, o que é incrível, pois hoje em dia as pessoas muitas vezes vão além do Quero comer para conhecer e ter vontade de ir a um restaurante. Mas tem restaurante que tem site e site tão ruim que melhor seria não ter site.
Primeiro, acredito que coisas básicas que deveriam constar em um site de restaurante são: localização(com mapa), telefone/e-mail para reservas, o cardápio do restaurante e boas fotos do estabelecimento - ideal fotos do restaurante de dia e noite se ele tiver área externa ou que a área externa influa no espaço. Se o restaurante tiver música ao vivo seria interessante colocar a programação e os músicos que irão tocar, e que tal ter um espaço onde novos músicos possam enviar um MP3 ou vídeo deles tocando para terem a possibilidade de tocar no local.
Enfim, acredito que um site deva suprir a necessidade de informações relevantes de um restaurante. Por exemplo sempre quero saber o que posso comer no local e como é a decoração, pois isso influi muito na minha vontade gastronômica.
Enfim... fica a dica.
Primeiro, acredito que coisas básicas que deveriam constar em um site de restaurante são: localização(com mapa), telefone/e-mail para reservas, o cardápio do restaurante e boas fotos do estabelecimento - ideal fotos do restaurante de dia e noite se ele tiver área externa ou que a área externa influa no espaço. Se o restaurante tiver música ao vivo seria interessante colocar a programação e os músicos que irão tocar, e que tal ter um espaço onde novos músicos possam enviar um MP3 ou vídeo deles tocando para terem a possibilidade de tocar no local.
Enfim, acredito que um site deva suprir a necessidade de informações relevantes de um restaurante. Por exemplo sempre quero saber o que posso comer no local e como é a decoração, pois isso influi muito na minha vontade gastronômica.
Enfim... fica a dica.
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por Rutu Modan
