via FFW
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
tryvertising
O tryvertising, explicado no vídeo abaixo, chega ao Brasil nos próximos meses através de 2 empresas: Clube Amostra Grátis, e a Sample Central. São empresas de amostras grátis com questionário, os associados farão testes de novos produtos para empresas interessadas. Quem tiver interesse de testar tem de pagar taxa de associação.
via FFW
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mudanças na Mídia
Este vídeo é ótimo para sabermos números da social media, mas pode ser perigoso para quem acha que as social medias são a única solução. Antes de mais nada deve-se atentar para o fato de que nem todo mundo está na internet ou participa dela ativamente, quem é seu cliente e onde ele está devem ser as principais informações antes de começar um planejamento desse tipo, se ele não estiver na internet de nada adianta entrar neste mundo. Mas se ele estiver é muito interessante trabalhar com ela, mas trabalhar conscientemente e sabendo ao que seu cliente responde, afinal, nem sempre um viral é bem vindo.
via paul isakson
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Importância dos sons
Palestra com Julian Treasure onde ele mostra a importância dos sons e claro foca na parte empresarial. Achei isso muito bom, ele falou que o som pode diminuir em uns 28% as vendas, já que as pessoas saem de locais com sons que não as agradam. Isso vale para algumas lojas que se dizem "jovens" e colocam sons absurdamente altos e não muito agradáveis para a experiência que se deveria ter ao comprar.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O falso dilema dos inovadores
The Fake Innovator's Dilemma
View more documents from Daniel Sollero.
Sabe qual é o pior, isso realmente acontece em muitos lugares e acontece tanto que por exemplo, na moda não houve nada de tão revolucionário desda minisaia. Exageros a parte acredito que deve haver um espaço de ousadia nas empresas para que elas possam crescer.
sábado, 29 de agosto de 2009
Reação do Cliente
Ótimo vídeo de um cliente que foi vítima de uma cia aérea. Acho ótimo que os clientes estejam expressando o que passaram com empresas que não se importam com quem eles deveriam se importar mais.
Aí vendo o vídeo e lembrei de situações que minha família passou com cias aéreas. O primeiro caso foi da viagem de volta da minha mãe de NY para Brasília. A companhia aérea era a TAM que fez o favor de "deixar" roubar dois relógios que eles fizeram minha mãe colocar no "bagageiro", minha mãe tinha levado os relógios na mala de mão, mas fizeram-na despachar dizendo que não podia levar na mão. Bem, a consequência foi roubo na cara dura dos relógios, já que a bagagem não estava adequadamente selada, eles abriram a bagagem tiraram os relógios da caixa e deixaram as caixas na mala. A TAM restituiu minha mãe, mas isso não deveria ocorrer desde o início.
A segunda história é recente, na volta da Europa a mala de minha irmã sumiu! E sabe o melhor, não só dela, mas de quase metade dos passageiros. Ela foi pela TAP e segundo informado pelo pessoal do aeroporto isso é normal acontecer com a companhia nessas viagens para o Brasil. Bom né, sim acharam a mala da minha irmã e um dia depois trouxeram para casa, mas precisava passar por isso? Tenho que colocar que muita gente que estava nesse vôo saiu da sala de desembarque chorando, deixando quem esperava do lado de fora preocupado.
Enfim, acredito que as companhias poderiam prestar mais atenção nesses momentos de desembarque, afinal as bagagens dos passageiros trazem muito mais que objetos, são lembranças, objetos de trabalho, a roupa que a pessoa vai usar na estadia, entre outras coisas que nem consigo pensar.
Quanto ao resultado do vídeo, eu ainda não descobri o que aconteceu após ele entrar na internet, mas o pessoal da Taylor foi solidário e ainda venderam o próprio "peixe" no vídeo abaixo:
UPDATE
O Dave Caroll fala sobre as consequências do vídeo que ele fez
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Pensamentos sobre uma gestão
Com os estudos para o concursos que irei fazer muita coisa sobre gestão me passou pela cabeça e achei melhor colocar no "papel". São ideias primitivas e que poderão evoluir. Logo este post está em constante mutação. 1. GESTÃO DE PESSOAS
1.2 Trabalho por tarefa
O trabalho por tarefa é idealizado para que o funcionário possa criar seus próprios horários e assim sua vida profissional complementar a vida pessoal, sem competir, mas se adequando a suas necessidades pessoais e ao mesmo tempo que ele valorizar a empresa como sua aliada.
Esse formato de trabalho é um incentivo ao bom trabalho, e o trabalho feito no prazo, já que para que o funcionário possa ter boa avaliação deve entregar suas tarefas bem feitas e no tempo estipulado, mas ao mesmo tempo fazendo seu próprio horário sua vida pessoal não é prejudicada.
1.2.1 Semanal
O ideal é que as tarefas sejam estipuladas no final da semana anterior e/ou início da semana a ser feita. O programa é dividido em 3 partes:
• Entrega da tarefa semanal
• Execução da tarefa
• Avaliação da execução - do próprio trabalho, do trabalho do grupo
As tarefas são feitas em grupo, há avaliação da performance do funcionário dentro do grupo pelos colegas e avaliação do grupo pelos superiores. A avaliação constante faz com que o grupo possa identificar as falhas, corrigi-las e se aprimorar toda semana. É uma forma de estar sempre evoluindo os processos, fazendo-os mais eficientes.
1.3 Projeto em grupos
Como falado anteriormente os projetos serão realizados em grupos. Os grupos serão multidisciplinares e o formato do trabalho será departamentalizado em projetos. Porém os grupos não necessariamente serão constantes.
1.4 Avaliação
Avaliação é necessária para o aprimoramento dos processos e para o reconhecimentos do funcionário.
1.4.1 Avaliação após cada etapa – sobre o desempenho e como melhorar
Como já foi falado anteriormente ao final de cada etapa do trabalho realizado (semanalmente, mensalmente e anualmente) será feita uma avaliação para reconhecer os problemas e melhorar as ações tanto do grupo quanto do funcionário. Essas avaliações são para aprimorar, agilizar e facilitar os trabalhos futuros.
1.4.2 Avaliação geral anual
Essa avaliação é da empresa como um todo, como foi seu desempenho, seu SWOT e como ela se posicionou durante o ano para com o mercado: suas concorrentes e clientes. Essa avaliação é anual.
Outra avaliação anual será feita do funcionário. A avaliação do ponto 1.4.1 é para efeito de processos, esta será feita mais geral como por exemplo, como o funcionário se comporta com os colegas.
1.4.3 Avaliação da tarefa realizada pelo grupo
A avaliação do grupo será feita após o término de cada projeto, será feito o SWOT do grupo e comparação com outros grupos, que os mesmos funcionários já trabalharam. Dessa forma poderá ser repetida a “fórmula” grupo que mais se adaptou (pessoas) e poderá ser colocado grupos mais competentes por tarefas(tarefas realizadas pelo grupo com mais sucesso).
1.5 Incentivo
Como se sabe incentivo é necessário para uma empresa que quer render o máximo possível. Quanto mais satisfeito com o trabalho e o ambiente o desempenho do funcionário será o maior possível. O primeiro incentivo já foi visto, é o trabalho por tarefa.
1.5.1 Participação nos lucros da empresa
Uma forma tradicional de se incentivar o funcionário é fazer com que ele se sinta parte da empresa, quase como um dono. Assim ele se esforça para ganhar a recompensa que viria se a empresa ganhasse com seu trabalho.
Mas não será dada essa opção a todos os funcionários. Eles primeiro deverão se esforçar para merecer esse incentivo, e a porcentagem do incentivo aumenta conforme o cargo.
1.5.2 Cursos de aprimoramento – semestrais
O curso de aprimoramento serve para o funcionário sentir-se valorizado pela empresa, para a empresa ter um funcionário que se atualiza e sempre antenado a mudanças e aprimoramentos em sua área. Esse incentivo é lucro para as duas partes.
1.5.3 Opção de espaço de trabalho
Essa é uma opção ótima para complementar o ponto 1.2. Como o funcionário trabalha por tarefas e seu horário é flexível ele pode fazer uso disso e das tecnologias atuais e trabalhar de onde melhor lhe prouver. Só tendo de cumprir com seus prazos e com a qualidade do serviço.
Opções como pbwikis que em um espaço na net pode fazer com que um grupo crie um projeto e realize tarefas a distancia, viabilizam esse incentivo.
Porém, sempre haverá a necessidade do encontro físico entre os membros do grupo e entre o funcionário e a empresa. Para isso o ideal é ter um dia por semana para que ocorra esse encontro.
Além de ser um incentivo para o funcionário essa opção pode reduzir custos para a empresa e fazer bem ao meio ambiente, já que vários recursos que seriam usados para deslocar vários sujeitos para o ambiente da empresa e suas instalações serão economizados.
1.2 Trabalho por tarefa
O trabalho por tarefa é idealizado para que o funcionário possa criar seus próprios horários e assim sua vida profissional complementar a vida pessoal, sem competir, mas se adequando a suas necessidades pessoais e ao mesmo tempo que ele valorizar a empresa como sua aliada.
Esse formato de trabalho é um incentivo ao bom trabalho, e o trabalho feito no prazo, já que para que o funcionário possa ter boa avaliação deve entregar suas tarefas bem feitas e no tempo estipulado, mas ao mesmo tempo fazendo seu próprio horário sua vida pessoal não é prejudicada.
1.2.1 Semanal
O ideal é que as tarefas sejam estipuladas no final da semana anterior e/ou início da semana a ser feita. O programa é dividido em 3 partes:
• Entrega da tarefa semanal
• Execução da tarefa
• Avaliação da execução - do próprio trabalho, do trabalho do grupo
As tarefas são feitas em grupo, há avaliação da performance do funcionário dentro do grupo pelos colegas e avaliação do grupo pelos superiores. A avaliação constante faz com que o grupo possa identificar as falhas, corrigi-las e se aprimorar toda semana. É uma forma de estar sempre evoluindo os processos, fazendo-os mais eficientes.
1.3 Projeto em grupos
Como falado anteriormente os projetos serão realizados em grupos. Os grupos serão multidisciplinares e o formato do trabalho será departamentalizado em projetos. Porém os grupos não necessariamente serão constantes.
1.4 Avaliação
Avaliação é necessária para o aprimoramento dos processos e para o reconhecimentos do funcionário.
1.4.1 Avaliação após cada etapa – sobre o desempenho e como melhorar
Como já foi falado anteriormente ao final de cada etapa do trabalho realizado (semanalmente, mensalmente e anualmente) será feita uma avaliação para reconhecer os problemas e melhorar as ações tanto do grupo quanto do funcionário. Essas avaliações são para aprimorar, agilizar e facilitar os trabalhos futuros.
1.4.2 Avaliação geral anual
Essa avaliação é da empresa como um todo, como foi seu desempenho, seu SWOT e como ela se posicionou durante o ano para com o mercado: suas concorrentes e clientes. Essa avaliação é anual.
Outra avaliação anual será feita do funcionário. A avaliação do ponto 1.4.1 é para efeito de processos, esta será feita mais geral como por exemplo, como o funcionário se comporta com os colegas.
1.4.3 Avaliação da tarefa realizada pelo grupo
A avaliação do grupo será feita após o término de cada projeto, será feito o SWOT do grupo e comparação com outros grupos, que os mesmos funcionários já trabalharam. Dessa forma poderá ser repetida a “fórmula” grupo que mais se adaptou (pessoas) e poderá ser colocado grupos mais competentes por tarefas(tarefas realizadas pelo grupo com mais sucesso).
1.5 Incentivo
Como se sabe incentivo é necessário para uma empresa que quer render o máximo possível. Quanto mais satisfeito com o trabalho e o ambiente o desempenho do funcionário será o maior possível. O primeiro incentivo já foi visto, é o trabalho por tarefa.
1.5.1 Participação nos lucros da empresa
Uma forma tradicional de se incentivar o funcionário é fazer com que ele se sinta parte da empresa, quase como um dono. Assim ele se esforça para ganhar a recompensa que viria se a empresa ganhasse com seu trabalho.
Mas não será dada essa opção a todos os funcionários. Eles primeiro deverão se esforçar para merecer esse incentivo, e a porcentagem do incentivo aumenta conforme o cargo.
1.5.2 Cursos de aprimoramento – semestrais
O curso de aprimoramento serve para o funcionário sentir-se valorizado pela empresa, para a empresa ter um funcionário que se atualiza e sempre antenado a mudanças e aprimoramentos em sua área. Esse incentivo é lucro para as duas partes.
1.5.3 Opção de espaço de trabalho
Essa é uma opção ótima para complementar o ponto 1.2. Como o funcionário trabalha por tarefas e seu horário é flexível ele pode fazer uso disso e das tecnologias atuais e trabalhar de onde melhor lhe prouver. Só tendo de cumprir com seus prazos e com a qualidade do serviço.
Opções como pbwikis que em um espaço na net pode fazer com que um grupo crie um projeto e realize tarefas a distancia, viabilizam esse incentivo.
Porém, sempre haverá a necessidade do encontro físico entre os membros do grupo e entre o funcionário e a empresa. Para isso o ideal é ter um dia por semana para que ocorra esse encontro.
Além de ser um incentivo para o funcionário essa opção pode reduzir custos para a empresa e fazer bem ao meio ambiente, já que vários recursos que seriam usados para deslocar vários sujeitos para o ambiente da empresa e suas instalações serão economizados.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
PREVISÕES
Muito interessante a aposta feita pelo The Cool Hunter para as lojas de roupas. Eles dizem que o certo a se esperar neste tempo de crise é o inesperado, e faz um pedido para os arquitetos que estão com projetos na área para divulgarem seus trabalhos.
Interessante a visão, espero realmente que eles estejam certos e que isso se reflita aqui no Brasil, que infelizmente, apesar de toda a nossa criatividade em relação ao mercado de moda não a utilizamos muito.

imagem: the cool hunter
Interessante a visão, espero realmente que eles estejam certos e que isso se reflita aqui no Brasil, que infelizmente, apesar de toda a nossa criatividade em relação ao mercado de moda não a utilizamos muito.

imagem: the cool hunter
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Twitter como campo de pesquisa
Paul Isakson, um blogger que eu gosto de ler, resolveu fazer uma pesquisa sobre um programa de TV que ele queria prospectar para ser seu cliente. Para isso ele se transformou em @don_draper um personagem da série e começou a se envolver com ele e com os seus seguidores, que por interesse eram fãs da série. Com isso ele se envolveu com o verdadeiro cliente de seu possível futuro cliente e pode entender mais o perfil dele e teve a possibilidade de ter uma pesquisa de marketing mais acertada.
Bem, aparentemente a tal série acabou, ou algo do tipo aconteceu, e o Sr. Isakson teve de parar com suas pesquisas, mas ele não jogou fora o que foi coletado, aliás está coletando mais material dos fãs da série em questão para a conclusão do personagem.
É interessante entrar neste post e depois neste para vocês entenderem melhor.
Mas o interessante da história toda é a forma como este profissional se dedicou para conseguir a conta, forma criativa e ir direto aos clientes do cliente de forma disfarçada para poder entender o que realmente se pensa, se quer, enfim tudo o que o cliente sente e espera da marca que consome. Muito interessante o uso da ferramenta. Claro que se virasse um hábito ficaria cansativo, mas ações pontuais como essa são muito bem vindas.
Bem, aparentemente a tal série acabou, ou algo do tipo aconteceu, e o Sr. Isakson teve de parar com suas pesquisas, mas ele não jogou fora o que foi coletado, aliás está coletando mais material dos fãs da série em questão para a conclusão do personagem.
É interessante entrar neste post e depois neste para vocês entenderem melhor.
Mas o interessante da história toda é a forma como este profissional se dedicou para conseguir a conta, forma criativa e ir direto aos clientes do cliente de forma disfarçada para poder entender o que realmente se pensa, se quer, enfim tudo o que o cliente sente e espera da marca que consome. Muito interessante o uso da ferramenta. Claro que se virasse um hábito ficaria cansativo, mas ações pontuais como essa são muito bem vindas.
Para quem ainda não aprendeu sobre social media
Esse slide acima é interessante e serve para muito profissional que ainda não entendeu o que é Social Media, é bem simples.
via Paul Isakson e Exit Creative
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Inovação
Não vou negar, é um vídeo longo, uns 20m, mas vale a pena para quem se interessa em administração e marketing. Muito bom mesmo.
via: Fabio Seixas
terça-feira, 8 de julho de 2008
Marketing Brasileiro
Este post foi pensado depois de conversar com um professor de marketing de Minas, e namorado de uma amiga minha.
Não sei como chegamos ao assunto do marketing à brasileira. Ele me apresentou um conceito que eu via mas não sabia dizer o que era: Aprendi, na faculdade e pós-graduação que ao pensar em marketing você pensa em ações de médio e longo prazo, que se baseavam mais em mind share, o foco não era o tanto que eu tenho de vender imediatamente e sim o quanto eu devo fazer minha empresa ser querida, lembrada e de vanguarda para que ela possa se torna número 1 em vendas daqui a um tempo razoável, mas ao mesmo tempo que tenha estabilidade e durabilidade neste posto.
Mas chegando no mercado você percebe, pelo menos no brasileiro, que o resultado pedido é imediato e cheio de metas "impossíveis". Algo que considero desumano e idiota. Porque se você coloca uma meta impossível para seu funcionário que sabe que se não atingi-la não terá o bônus que paga as contas, ele se tornará em um ser irracional e tendendo a atitudes prejudiciais a sua imagem. Exemplo: sabe quando enviam cartão de outro banco para você? Aliás, aí vai a dica, quando receber você vá imediatamente no banco que te enviou e devolva o cartão e cancele a conta que eles abriram para você, pois você virou correntista desse banco sem saber e isso pode te trazer problemas. Continuando, você recebe esse incomodo que te traz um trabalho ridículo e não te informa nem o que você realmente ganha se tornando correntista do tal banco. E os telemarketings... nem preciso falar como eles são abusivos. Pois então, esta política brasileira de fazer marketing de querer resultados imediatos sem pensar no futuro e sem pensar nas consequências dos atos irracionais de venda prejudicam o mind share da empresa, a faz crescer de forma errada, pois daqui a alguns meses, quando o cliente processar o banco por danos morais, pois percebeu que aquele cartão que ele ganhou o fez abrir uma conta indesejada e não planejada, você terá certeza que ele (o cliente) nunca mais vai querer saber do seu banco e vai contar para 20 amigos que contaram para suas famílias que contaram ... vocês entenderam. O seu prejuízo será maior e mais irreversível do que uma ação pensada a longo e médio prazo.
Lucro por lucro não deve ser a resposta de uma empresa consciênte. Você deve contribuir para a comunidade que está inserido para que você tenha reconhecimento, durabilidade e apoio para crescer dentro dela. Claro que marketings selvagens dão certo, afinal você obriga o cliente a consumir, mas em uma sociedade como a nossa, onde o consumidor está mais informado e consciente de seu poder, até quando sua mamata vai durar?
Enfim, acho feio e errado você ter esse tipo de pensamento. Pode rir de mim, pensar que sou sonhadora, "o empresário só quer dinheiro" você diz. Mas eu prefiro ter esta opinião: em que a pessoa faz uma empresa por paixão ao que ela pode representar e fazer de forma correta e respeitosa com meu cliente e a comunidade que me cerca e depois ver os efeitos positivos que terei com tal atitude, invés de pensar que meu cliente é o meu cofrinho, que a qualquer momento eu posso usurpa-lo.
Não sei como chegamos ao assunto do marketing à brasileira. Ele me apresentou um conceito que eu via mas não sabia dizer o que era: Aprendi, na faculdade e pós-graduação que ao pensar em marketing você pensa em ações de médio e longo prazo, que se baseavam mais em mind share, o foco não era o tanto que eu tenho de vender imediatamente e sim o quanto eu devo fazer minha empresa ser querida, lembrada e de vanguarda para que ela possa se torna número 1 em vendas daqui a um tempo razoável, mas ao mesmo tempo que tenha estabilidade e durabilidade neste posto.
Mas chegando no mercado você percebe, pelo menos no brasileiro, que o resultado pedido é imediato e cheio de metas "impossíveis". Algo que considero desumano e idiota. Porque se você coloca uma meta impossível para seu funcionário que sabe que se não atingi-la não terá o bônus que paga as contas, ele se tornará em um ser irracional e tendendo a atitudes prejudiciais a sua imagem. Exemplo: sabe quando enviam cartão de outro banco para você? Aliás, aí vai a dica, quando receber você vá imediatamente no banco que te enviou e devolva o cartão e cancele a conta que eles abriram para você, pois você virou correntista desse banco sem saber e isso pode te trazer problemas. Continuando, você recebe esse incomodo que te traz um trabalho ridículo e não te informa nem o que você realmente ganha se tornando correntista do tal banco. E os telemarketings... nem preciso falar como eles são abusivos. Pois então, esta política brasileira de fazer marketing de querer resultados imediatos sem pensar no futuro e sem pensar nas consequências dos atos irracionais de venda prejudicam o mind share da empresa, a faz crescer de forma errada, pois daqui a alguns meses, quando o cliente processar o banco por danos morais, pois percebeu que aquele cartão que ele ganhou o fez abrir uma conta indesejada e não planejada, você terá certeza que ele (o cliente) nunca mais vai querer saber do seu banco e vai contar para 20 amigos que contaram para suas famílias que contaram ... vocês entenderam. O seu prejuízo será maior e mais irreversível do que uma ação pensada a longo e médio prazo.
Lucro por lucro não deve ser a resposta de uma empresa consciênte. Você deve contribuir para a comunidade que está inserido para que você tenha reconhecimento, durabilidade e apoio para crescer dentro dela. Claro que marketings selvagens dão certo, afinal você obriga o cliente a consumir, mas em uma sociedade como a nossa, onde o consumidor está mais informado e consciente de seu poder, até quando sua mamata vai durar?
Enfim, acho feio e errado você ter esse tipo de pensamento. Pode rir de mim, pensar que sou sonhadora, "o empresário só quer dinheiro" você diz. Mas eu prefiro ter esta opinião: em que a pessoa faz uma empresa por paixão ao que ela pode representar e fazer de forma correta e respeitosa com meu cliente e a comunidade que me cerca e depois ver os efeitos positivos que terei com tal atitude, invés de pensar que meu cliente é o meu cofrinho, que a qualquer momento eu posso usurpa-lo.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Libera geral
Resolvi fazer este post, porque estou lendo, aos poucos, um livro da Patricia Seybold sobre - Outside Innovation. É algo como o cliente ser co-design de seus produtos e serviços, tudo isso podendo ser mais voltado para internet. Só que a crise, e a possibilidade de este post virar uma errata é grande pois queria comparar essa idéia inovadora e atual com o que está acontecendo na internet jornalística, o problema é que eu queria falar sobre o APIs, só que tem um problema para mim este tema, já que entendo pouco - aliás não tenho certeza se o que entendo é certo.
Quase toda semana leio em blogs que empresas como o NY Times, a Reuters e a BBC liberaram o acesso a seus APIs. E enquanto leio entendo que APIs liberados significa que um leitor desses sites tem a possibilidade de criar novas funções para conteúdos destes sites, ou no meu entendimento, os clientes podem co-designing novos produtos e serviços que serviram para diversificação e para chamar mais a atenção para as marcas consumidas.
O que acredito ser mais interessante é que estes sites - são principalmente os de notícias que fazem isso, mas acredito que outros sites e outros mercados podem fazer isso também (eu e a Patricia Seybold) - se abrem, quase que por completo e deixam seus clientes/consumidores/leitores costumizem novos aplicativos e/ou sites com base nos seus sites. Esses sites/aplicativos de clientes, quando bem elaborados, podem melhorar seu serviço e podem aumentar seu fluxo de cliente.
Vamos fazer um paralelo com a indústria musical. A Reuters está se abrindo para que ela sobreviva a nova era da internet, ela sabe que se não confiar em seus leitores e não se abrir as "ajudas" deles ela pode morrer. Bem a Reuters é a agência de notícia mais importante do mundo (em minha opinião) e acredito que continuará sendo. Já a indústria musical, vou dar como exemplo Marisa Monte, ninguém nega que ela é uma grande artista, mas seus CDs vem com exemplares contra o download para seu computador - ou seja, se você não for hacker você não consegue colocar o CD novo que você comprou no seu iPod, afinal não vêm em MP3 para baixar. E vamos pensar bem, hoje em dia as pessoas utilizam mais o iPod como mídia de música do que qualquer outra. Não liberando na net o livre download você não consegue ser conhecido por seu público, afinal, muitas pessoas baixam sua música para saber se é bom, gostou, muitas vezes a pessoa pode fazer o esforço de comprar o CD para ter o encarte. Mas mesmo assim, se você pensa que o artista não vai ganhar dinheiro com a música se não vender CDs, vou parodiar Ivete Sangalo - a cantora que mais vendeu CD no ano passado - "não ganho dinheiro com a venda de CDs e sim com o shows" (vide entrevista que ela deu a Marília Gabriela ano passado). Então, ta, chegamos a conclusão que o melhor é liberar sua música na net para todo mundo poder ouvir e querer ir ao seu show. Sem contar que se você deixar na net sua música ela pode virar tema de vídeos lindos dos seus fãs, e ser colocada no You Tube, onde terá grande visibilidade.
Chego a conclusão que o melhor é liberar, ser amigo de seu consumidor, deixar que ele transforme seu produto/serviço em algo pessoal, customizado por ele mesmo. Desta forma ele terá uma intimidade e carinho maior e melhor para com seu produto.
Quase toda semana leio em blogs que empresas como o NY Times, a Reuters e a BBC liberaram o acesso a seus APIs. E enquanto leio entendo que APIs liberados significa que um leitor desses sites tem a possibilidade de criar novas funções para conteúdos destes sites, ou no meu entendimento, os clientes podem co-designing novos produtos e serviços que serviram para diversificação e para chamar mais a atenção para as marcas consumidas.
O que acredito ser mais interessante é que estes sites - são principalmente os de notícias que fazem isso, mas acredito que outros sites e outros mercados podem fazer isso também (eu e a Patricia Seybold) - se abrem, quase que por completo e deixam seus clientes/consumidores/leitores costumizem novos aplicativos e/ou sites com base nos seus sites. Esses sites/aplicativos de clientes, quando bem elaborados, podem melhorar seu serviço e podem aumentar seu fluxo de cliente.
Vamos fazer um paralelo com a indústria musical. A Reuters está se abrindo para que ela sobreviva a nova era da internet, ela sabe que se não confiar em seus leitores e não se abrir as "ajudas" deles ela pode morrer. Bem a Reuters é a agência de notícia mais importante do mundo (em minha opinião) e acredito que continuará sendo. Já a indústria musical, vou dar como exemplo Marisa Monte, ninguém nega que ela é uma grande artista, mas seus CDs vem com exemplares contra o download para seu computador - ou seja, se você não for hacker você não consegue colocar o CD novo que você comprou no seu iPod, afinal não vêm em MP3 para baixar. E vamos pensar bem, hoje em dia as pessoas utilizam mais o iPod como mídia de música do que qualquer outra. Não liberando na net o livre download você não consegue ser conhecido por seu público, afinal, muitas pessoas baixam sua música para saber se é bom, gostou, muitas vezes a pessoa pode fazer o esforço de comprar o CD para ter o encarte. Mas mesmo assim, se você pensa que o artista não vai ganhar dinheiro com a música se não vender CDs, vou parodiar Ivete Sangalo - a cantora que mais vendeu CD no ano passado - "não ganho dinheiro com a venda de CDs e sim com o shows" (vide entrevista que ela deu a Marília Gabriela ano passado). Então, ta, chegamos a conclusão que o melhor é liberar sua música na net para todo mundo poder ouvir e querer ir ao seu show. Sem contar que se você deixar na net sua música ela pode virar tema de vídeos lindos dos seus fãs, e ser colocada no You Tube, onde terá grande visibilidade.
Chego a conclusão que o melhor é liberar, ser amigo de seu consumidor, deixar que ele transforme seu produto/serviço em algo pessoal, customizado por ele mesmo. Desta forma ele terá uma intimidade e carinho maior e melhor para com seu produto.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Soluções que eu queria dar se eu fosse de lá
Este post vai ser uma forma de "desabafar" idéias que tenho. Eu sofro de um problema de criatividade improdutiva e alheia. Explico: muitas vezes eu penso em empresas, empresas públicas, setores públicos, entre outros e crio soluções para elas, mas esta solução muitas vezes não terão oportunidade de ver a luz do dia. O que me deixa meio decepcionada, afinal é uma ação improdutiva e muitas vezes apenas interna, e muitas vezes ela não terá oportunidade nem de evoluir, melhorar.
Dessa vez pensei na parte de comunicação do Senado Brasileiro e como ela pode acontecer na internet. Pensei em formas de como o senado pode se comunicar com os mais jovens e essa a geração internética.
Primeira solução: aumentar as mídias que os senadores usam para comunicar o que fazem, seus projetos, suas lutas no senado e suas opiniões sobre os vários assuntos voltados. Nesta parte já há vários senadores e deputados usando estas mídias, mas centralizar todos os blogs oficiais no site do senado seria interessante. Complementaremos estes blogs com o Twitter, um microblogging onde pode ser atualizado constantemente, e onde a população terá oportunidade de acompanhar os passos do senadores enquanto estão exercitando esta função. Vocês podem questionar que muitos desses senadores não sabem nem usar internet quanto mais usá-la destas formas, bem todos os senadores têm seus assessores que podem fazer este papel de linkar o senador com seus eleitores e com a população brasileira.
Pontos positivos da proposta: acompanhar os senadores de forma mais fácil e eficiente e entender suas propostas e suas opiniões. Facilita o papel do cidadão.
Pontos que podem dificultar a ação: assessores despreparados para usar as ferramentas, resistência de senadores com internet.
Segunda solução: criar formatos novos para que a população entenda os projetos de leis , as discussões que acontecem no senado e entender como funciona o senado. A forma mais usual de mostrar essas questões são textos de difícil entendimento, com linguagem rebuscada. Para facilitar e trazer interesse no entendimento dessas questões a solução que ofereço é utilizar o newsgame e hipervídeos, estas são mídias novas até na internet, mas são espaços interessantes onde há interatividade com a população no formato que a eles interessa muito.
Newsgames: os mais jovens estão acostumados e gostam muito de jogos interativos, por isso este formato pode interessar muito a este público. Mas o mais interessante deste formato é que ele ensina de forma divertida e da mais intendimento que um texto elaborado.
Hipervídeos: além da interatividade é um espaço de vídeo onde o mesmo tem links de textos, outros vídeos e imagens que podem ilustrar de melhor forma o assunto tratado.
Pontos positivos da proposta: interatividade; formatos mais interessantes e que formam um link com quem está sendo passada a informação.
Pontos que podem dificultar a ação: profissionais qualificados para fazer tais ações; tempo de criação (pode demorar); quantidade produzida por mês; divulgação
Terceira solução: Esta solução é para poder divulgar as ações anteriores, afinal do que adianta fazer tais ações se elas não são divulgadas? Bem, o ideal é continuar na internet para isso. Fazer vídeos virais para colocar no You Tube é uma opção, mas devem ser vídeos que despertem a vontade de vê-los, então filmes mais engraçados seriam o ideal. Colocar vídeos de seções do senado onde há alguma situação interessante/engraçada e que no final um slogan para que as pessoas entrem no site do senado. Este vídeo também pode ser inserido na TV.
Dessa vez pensei na parte de comunicação do Senado Brasileiro e como ela pode acontecer na internet. Pensei em formas de como o senado pode se comunicar com os mais jovens e essa a geração internética.
Primeira solução: aumentar as mídias que os senadores usam para comunicar o que fazem, seus projetos, suas lutas no senado e suas opiniões sobre os vários assuntos voltados. Nesta parte já há vários senadores e deputados usando estas mídias, mas centralizar todos os blogs oficiais no site do senado seria interessante. Complementaremos estes blogs com o Twitter, um microblogging onde pode ser atualizado constantemente, e onde a população terá oportunidade de acompanhar os passos do senadores enquanto estão exercitando esta função. Vocês podem questionar que muitos desses senadores não sabem nem usar internet quanto mais usá-la destas formas, bem todos os senadores têm seus assessores que podem fazer este papel de linkar o senador com seus eleitores e com a população brasileira.
Pontos positivos da proposta: acompanhar os senadores de forma mais fácil e eficiente e entender suas propostas e suas opiniões. Facilita o papel do cidadão.
Pontos que podem dificultar a ação: assessores despreparados para usar as ferramentas, resistência de senadores com internet.
Segunda solução: criar formatos novos para que a população entenda os projetos de leis , as discussões que acontecem no senado e entender como funciona o senado. A forma mais usual de mostrar essas questões são textos de difícil entendimento, com linguagem rebuscada. Para facilitar e trazer interesse no entendimento dessas questões a solução que ofereço é utilizar o newsgame e hipervídeos, estas são mídias novas até na internet, mas são espaços interessantes onde há interatividade com a população no formato que a eles interessa muito.
Newsgames: os mais jovens estão acostumados e gostam muito de jogos interativos, por isso este formato pode interessar muito a este público. Mas o mais interessante deste formato é que ele ensina de forma divertida e da mais intendimento que um texto elaborado.
Hipervídeos: além da interatividade é um espaço de vídeo onde o mesmo tem links de textos, outros vídeos e imagens que podem ilustrar de melhor forma o assunto tratado.
Pontos positivos da proposta: interatividade; formatos mais interessantes e que formam um link com quem está sendo passada a informação.
Pontos que podem dificultar a ação: profissionais qualificados para fazer tais ações; tempo de criação (pode demorar); quantidade produzida por mês; divulgação
Terceira solução: Esta solução é para poder divulgar as ações anteriores, afinal do que adianta fazer tais ações se elas não são divulgadas? Bem, o ideal é continuar na internet para isso. Fazer vídeos virais para colocar no You Tube é uma opção, mas devem ser vídeos que despertem a vontade de vê-los, então filmes mais engraçados seriam o ideal. Colocar vídeos de seções do senado onde há alguma situação interessante/engraçada e que no final um slogan para que as pessoas entrem no site do senado. Este vídeo também pode ser inserido na TV.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Campanha bem pensada
Resolvi colocar o vídeo depois da análise, que aí vocês podem ter a opção de já ver o vídeo com a análise em mente, ou vocês podem ir direto no vídeo.
O vídeo abaixo vi em 2 blogs e os dois fizeram análises diferente dele, e eu também farei uma análise diferente, isso para vocês entenderem como é interessante esta ação.
O vídeo abre um leque enorme para os vídeos publicitários na internet, pois junta várias "ações" dentro dele, e apesar dessa complexidade aparente ele vai direto no seu público-alvo. Suas complexidades:
Primeiro o vídeo vende duas marcas;
Segundo o vídeo é até bastante longo;
Terceiro aparece 3 assuntos tratados como se fosse um só, parece bem confuso, mas na verdade para seu público ele é bem claro.
O formato do vídeo: aula/dicas do melhor material a ser usado para grafitar com qualidade, mas também é enfático ao dizer qual marca usar. E no final fecha com a verdadeira marca "apoiadora" do comercial.
Esta marca grande de esportes está querendo atingir um público bem específico quando faz um vídeo desses. Apesar de ter uma ignorância sobre os detalhes desta arte pude perceber que no vídeo eles pegam uma marca de tintas, provavelmente luxo os grafiteiros. Eles colocam como apresentador um grafiteiro referência na arte. A mídia utilizada também é pensada como espaço que de fato encontra-se o público-alvo. Em um artigo do NY Times, os homens quando estão na internet preferem ver e baixar vídeos, ou seja, YouTube um canal muito utilizado por eles, principalmente para divulgar seu trabalho ou momento na vida. Então fizeram um vídeo viral que foi colocado no YouTube, local onde você encontra o público-alvo, também têm o vídeo no myspace.
Imagino que vocês perceberam que eles utilizaram tudo que este público gosta, e entraram onde eles estão. Como esta campanha pode não atingir o público? Afinal, eu mais meia dúzia de pessoas já espalharam este vídeo pela internet.
É bom lembrar que o grupo em questão têm uma predileção por usar apenas tênis, por isso um grande mercado para a empresa. Mas eles entenderam que este cliente é bem diferente dos demais clientes da empresa, sua linguagem é outra, seus interesses também. Eles segmentaram para poder atingir da forma mais adequada esta parte do mercado.
Gostei bastante de todo o conceito e a preocupação que tiveram, mas também a ousadia que é esta campanha, a forma como ela foi feita e a mídia usada. Isso é saber quem é seu cliente e seus interesses. Acredito que provavelmente não foi uma ação cara, pois a marca principal divide a campanha com uma segunda marca.
blogs onde vi o vídeo: Paul Isakson e Cris Brogan
O vídeo abaixo vi em 2 blogs e os dois fizeram análises diferente dele, e eu também farei uma análise diferente, isso para vocês entenderem como é interessante esta ação.
O vídeo abre um leque enorme para os vídeos publicitários na internet, pois junta várias "ações" dentro dele, e apesar dessa complexidade aparente ele vai direto no seu público-alvo. Suas complexidades:
Primeiro o vídeo vende duas marcas;
Segundo o vídeo é até bastante longo;
Terceiro aparece 3 assuntos tratados como se fosse um só, parece bem confuso, mas na verdade para seu público ele é bem claro.
O formato do vídeo: aula/dicas do melhor material a ser usado para grafitar com qualidade, mas também é enfático ao dizer qual marca usar. E no final fecha com a verdadeira marca "apoiadora" do comercial.
Esta marca grande de esportes está querendo atingir um público bem específico quando faz um vídeo desses. Apesar de ter uma ignorância sobre os detalhes desta arte pude perceber que no vídeo eles pegam uma marca de tintas, provavelmente luxo os grafiteiros. Eles colocam como apresentador um grafiteiro referência na arte. A mídia utilizada também é pensada como espaço que de fato encontra-se o público-alvo. Em um artigo do NY Times, os homens quando estão na internet preferem ver e baixar vídeos, ou seja, YouTube um canal muito utilizado por eles, principalmente para divulgar seu trabalho ou momento na vida. Então fizeram um vídeo viral que foi colocado no YouTube, local onde você encontra o público-alvo, também têm o vídeo no myspace.
Imagino que vocês perceberam que eles utilizaram tudo que este público gosta, e entraram onde eles estão. Como esta campanha pode não atingir o público? Afinal, eu mais meia dúzia de pessoas já espalharam este vídeo pela internet.
É bom lembrar que o grupo em questão têm uma predileção por usar apenas tênis, por isso um grande mercado para a empresa. Mas eles entenderam que este cliente é bem diferente dos demais clientes da empresa, sua linguagem é outra, seus interesses também. Eles segmentaram para poder atingir da forma mais adequada esta parte do mercado.
Gostei bastante de todo o conceito e a preocupação que tiveram, mas também a ousadia que é esta campanha, a forma como ela foi feita e a mídia usada. Isso é saber quem é seu cliente e seus interesses. Acredito que provavelmente não foi uma ação cara, pois a marca principal divide a campanha com uma segunda marca.
blogs onde vi o vídeo: Paul Isakson e Cris Brogan
terça-feira, 13 de maio de 2008
Futuro das Marcas
Bastante interessante este slide, mas eles esqueceram que agora temos outras coisas além das marcas, e comprar e comprar, a nova ordem é ser eco e socialmente responsável. Mas a apresentação é muito boa.
From: Neutron, 8 months ago
Radical differentiation is the #1 discipline of high-performance brands and part 1 of the Zag workshop explains why.
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Para complementar o slide de cima:
From: coolstuff, 1 year ago
How to bridge the distance between business strategy and design
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From: Neutron, 8 months ago
Radical differentiation is the #1 discipline of high-performance brands and part 1 of the Zag workshop explains why.
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Para complementar o slide de cima:
From: coolstuff, 1 year ago
How to bridge the distance between business strategy and design
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Marketing para filme de terror
Aqui no Brasil só conheço uma agência de marketing de guerrilha, a Espalhe, mas acho muito interessante esse tipo de ação que é barata e que chama a atenção das pessoas. Acredito que apesar da criatividade dos publicitários brasileiros é muito difícil você ver um tipo de ação dessas fora de São Paulo.
Na minha cidade, sendo muito sincera, a maioria das agências já vêm com o pacote tradicional que tenha várias mídias... enfim, não era para discutir isso que abri este post e sim para mostrar uma ação de guerrilha para divulgar um filme de terror feito pela agência Jung Von Matt, acho que ela é de Hamburgo.
A ação é dentro de banheiros de clubs noturnos e bares. A pessoa entra no banheiro e imediatamente as luzes se apagam e acendem luzes negras e aparece a cena de um crime, com muito sangue. Bem interessante.

Via: The Cool Hunter
Na minha cidade, sendo muito sincera, a maioria das agências já vêm com o pacote tradicional que tenha várias mídias... enfim, não era para discutir isso que abri este post e sim para mostrar uma ação de guerrilha para divulgar um filme de terror feito pela agência Jung Von Matt, acho que ela é de Hamburgo.
A ação é dentro de banheiros de clubs noturnos e bares. A pessoa entra no banheiro e imediatamente as luzes se apagam e acendem luzes negras e aparece a cena de um crime, com muito sangue. Bem interessante.

Via: The Cool Hunter
quarta-feira, 2 de abril de 2008
10 coisas que os profissionais de marketing precisam saber sobre as redes sociais
Este é uma apresentação do que precisamos saber sobre as redes sociais. É bem interessante.
Via: Paul Isakson
sexta-feira, 28 de março de 2008
Pesquisas, servem para que mesmo?
Passei esta semana por uma situação muito louca, e esta situação se expandiu como assunto por alguns lugares que andei. O assunto era pesquisa para criação de ação de marketing e para desenvolvimento de ferramentas tecnológicas, mais voltado para internet.
A minha situação eram pessoas do trabalho questionando o tanto de pesquisa que fiz, pesquisa de clima organizacional, pesquisa de satisfação de cliente, Feedback (é um tipo de pesquisa a meu ver), entre outras pequenas pesquisas. Na verdade as pessoas estavam reclamando de como fiz pesquisa e para que elas serviam.
Situação alheia, estou em uma comunidade de design a IxDA, um dos tópicos era "Don't listen to your customers" (Não escute os clientes), onde uma das pessoas questionava porque fazer pesquisas e porque ouvir, antes de lançar o produto, o consumidor, se ele não entende ainda do que se trata a ferramenta.
Situação alheia dois, no slide, que ficou super-famoso esta semana da net sobre o futuro do marketing de Paul Isakson, tem uma frase de Steve Jobs, que traduzindo bem grosseiramente fica assim "É muito difícil criar produto em seções de focus group. Muitas vezes, as pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas."
Armada desses acontecimentos e das respostas que a pessoa do IxDA recebeu, chego a conclusão que muitas pessoas que desenvolvem produtos, ações de marketing e outras novidades sem ouvir o cliente e pode se dar muito bem, tem sorte de a coisa ter sucesso e conseguir seus objetivos. Mas na maioria das vezes você precisa de muitas pesquisas para entender a realidade das pessoas, eu sei que muitas vezes a pessoa não sabe que precisa de "X" coisa, mas você ouvindo a necessidade dela, a dificuldade que ela tem em algum ponto você pode ter uma idéia do que ela precisa solucionar e aí sim você pegar um produto ou ação e adequa-lo a realidade da pessoa, pode ser que no primeiro momento ela não aceite ou não entenda muito bem o que é. Mas depois que ela vê para o que serve ela concerteza não vai conseguir viver sem.
Uma coisa sabida sobre os produtos da Apple é que, além de sonhos de consumo e tudo de bom, você nunca deve comprar a primeira versão do produto, compre sempre a segundo que vem com adaptações e novas coisas, já pensou se eles fizessem um focus group para saber como as pessoas vão usar, usabilidade, para ver qual é a real necessidade. Acho que economizaria muito dinheiro e facilitaria a vida de seus clientes. Claro que tem o timming, mas isso é outra história.
Enquanto isso, do meu lado, as pesquisas estão me mostrando as melhores ações a serem realizadas na empresa que estou trabalhando. A primeira vista não parece tão necessário para eles, mas depois eles percebem que realmente precisavam daquilo, assusta um pouco no início, mas depois eles percebem o como aquilo foi bom.
E quanto ao mocinho da IxDA levou uma resposta interessante de Todd Zaki Warfel, presidente de Pesquisa de design, achei bem interessante, por isso coloco aqui na íntegra e em inglês
A minha situação eram pessoas do trabalho questionando o tanto de pesquisa que fiz, pesquisa de clima organizacional, pesquisa de satisfação de cliente, Feedback (é um tipo de pesquisa a meu ver), entre outras pequenas pesquisas. Na verdade as pessoas estavam reclamando de como fiz pesquisa e para que elas serviam.
Situação alheia, estou em uma comunidade de design a IxDA, um dos tópicos era "Don't listen to your customers" (Não escute os clientes), onde uma das pessoas questionava porque fazer pesquisas e porque ouvir, antes de lançar o produto, o consumidor, se ele não entende ainda do que se trata a ferramenta.
Situação alheia dois, no slide, que ficou super-famoso esta semana da net sobre o futuro do marketing de Paul Isakson, tem uma frase de Steve Jobs, que traduzindo bem grosseiramente fica assim "É muito difícil criar produto em seções de focus group. Muitas vezes, as pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas."
Armada desses acontecimentos e das respostas que a pessoa do IxDA recebeu, chego a conclusão que muitas pessoas que desenvolvem produtos, ações de marketing e outras novidades sem ouvir o cliente e pode se dar muito bem, tem sorte de a coisa ter sucesso e conseguir seus objetivos. Mas na maioria das vezes você precisa de muitas pesquisas para entender a realidade das pessoas, eu sei que muitas vezes a pessoa não sabe que precisa de "X" coisa, mas você ouvindo a necessidade dela, a dificuldade que ela tem em algum ponto você pode ter uma idéia do que ela precisa solucionar e aí sim você pegar um produto ou ação e adequa-lo a realidade da pessoa, pode ser que no primeiro momento ela não aceite ou não entenda muito bem o que é. Mas depois que ela vê para o que serve ela concerteza não vai conseguir viver sem.
Uma coisa sabida sobre os produtos da Apple é que, além de sonhos de consumo e tudo de bom, você nunca deve comprar a primeira versão do produto, compre sempre a segundo que vem com adaptações e novas coisas, já pensou se eles fizessem um focus group para saber como as pessoas vão usar, usabilidade, para ver qual é a real necessidade. Acho que economizaria muito dinheiro e facilitaria a vida de seus clientes. Claro que tem o timming, mas isso é outra história.
Enquanto isso, do meu lado, as pesquisas estão me mostrando as melhores ações a serem realizadas na empresa que estou trabalhando. A primeira vista não parece tão necessário para eles, mas depois eles percebem que realmente precisavam daquilo, assusta um pouco no início, mas depois eles percebem o como aquilo foi bom.
E quanto ao mocinho da IxDA levou uma resposta interessante de Todd Zaki Warfel, presidente de Pesquisa de design, achei bem interessante, por isso coloco aqui na íntegra e em inglês
"Completely disagree. Last year we did several rounds of usability
testing for LA Times w/prototypes looking at tagging, reviews, and
other social idioms. In fact, the usability testing highlighted
something we never would have seen in quantitative research—that while
people aren't sure what tags are, the interaction of what a tag does
meets their expectation.
If we had done a quantitative approach, we would have seen near 0%
interaction and based on that would have scrapped tagging, ratings,
and reviews from the new Calender Live site. However, with in-person
testing, we were able to get feedback from users that showed:
1. Only power-users are likely to migrate to tagging, ratings, and
reviews.
2. Power-users are not age-defined.
3. 3-5% of users will rate, tag, or review.
4. Non-power-users were willing and often interested to explore
tagging, ratings, and reviews, but sometimes needed some type of
prompting. Understanding what kind of prompt they needed helped us
engage them in future rounds of testing. Gaining this understanding is
only something we could have obtained by in-person discussions, not
through a web-survey.
5. Through in-person studies were able to perform some collaborative
design with the participants and determine the priority levels of the
information on the screen. This lead to design concepts that enabled
us to put tags clouds (something that less than 2% of our participants
knew what it was) in the appropriate place on the screen so that they
were out of the way of those who wouldn't use them, but reachable for
those who would.
6. When encouraged to explore tags, every participant who did found
them extremely useful and immediately saw the benefit. We didn't
explain the benefit and ask them to try them, we simply asked what
they expected to happen if they clicked on those "things" and then had
them try it out and followed up with "how does that compare to what
you expected?" Very vague, but it does the trick w/o leading.
Numbers 1-3 could be accomplished w/a quantitative study, but 4-6 took
a qualitative study to perform. And frankly, 4-6 were insights that
were new, while 1-3 are things we could have learned by googling."
quarta-feira, 26 de março de 2008
Bravo!!!
Schweppes Burst from ipub on Vimeo.
A propaganda muitas vezes romantiza o produto e faz coisas lindas, acho que na maioria é para ganhar prêmio. Abaixo o vídeo da propaganda da Schweppes. Lindo de morrer, e parece tão refrescante, pelo menos para mim, até pensaria em comprar porque achei romantico e refrescante. Mas uma pergunta, isso te influencia a comprar esta bebida? Qual foi o efeito desta propaganda em você?
Ok, agora só complementando o post. Continuando a ler o Paul Isakson sobre o vídeo ele aponta que este vídeo foi feito para a TV Australiana, e que ao chegar na internet e procurar mais sobre esta campanha linda, ele primeiramente não encontra a Austrália no site da Schweppes. Depois entra em outro site mesmo, provavelmente EUA ou Inglaterra e não encontra nada da experiência que ele queria viver após ter visto o vídeo.
Ele chama a atenção para a falta de complemento da campanha que começou na TV e poderia muito bem passar para a internet como complemento e fazer muitas coisas interessantes partindo do conceito do vídeo. Mas nada disso foi feito e por isso a campanha fica desvalorizada.
Concordo plenamente com o Paul. Ontem fui em uma entrevista de emprego para uma agência de publicidade na internet e eles perguntaram como é a internet na propaganda hoje em dia e como você vê ela no futuro. Isso me fez pensar que hoje, no Brasil, muitas vezes a propaganda não utiliza tão bem, quanto poderia, a ferramenta/mídia internet. Tanta coisa que eles poderiam fazer, inventar mesmo. Na internet você tem que exercer sua criatividade ao extremo para sobressair, acho isso muito legal, mas mesmo assim, tem muita coisa na rede e se você faz um sitezinho só para mostrar uma campanha você já perdeu para seu concorrente que fez um blog interativo (Vide campanha da Dove, veja aqui o blog), ou faz uma campanha para salvar as abelhas, divulgando um novo sabor de sorvete, Häagen-Dazs.
Carlos Merigo comentou muito bem como está a publicidade na internet hoje na entrevista Blog.TV do evento ProXXIma 2008.
Acrescentado 28/03: A parte de tecnologia do NY Times está anunciando uma forte ação de mídia na internet pela McCann Worldgroup através da tecnologia da Intel, um tal de ITopia campaign. Vamos ver o que vai dar. Veja a matéria aqui.
via Paul Isakson
ficha técnica do vídeo veja aqui.
segunda-feira, 24 de março de 2008
O Futuro do Marketing & Propaganda
Achei que era muito relevante e importante este post que achei no Fábio Seixas de Paul Isakson, sobre o futuro do marketing e da Propaganda.
Eu sei que é post repetido de outros blogs, mas é que isso é muito interessante.
Eu sei que é post repetido de outros blogs, mas é que isso é muito interessante.
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por Rutu Modan
