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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Fashion + Matemática = Fashematics


Só para falar de um blog que eu achei o fashematics. Ele soma um monte de coisas que forma uma roupa de moda. Muito engraçado.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Bicicleta incrementada

O trabalho é de Kevin Cyr e a bicileta parece um trailer, o nome dela é Camper Bike.
"Camper Bike, a functioning sculptural piece, built in April 2008. A stand alone piece and the subject of a series of paintings."

Aparentemente ela foi construída para servir de musa e não para uso real, mas a idéia é bem interessante.






UPDATE

Vendo o site do Sr. Cyr ele tem projeto de carrinho de supermercado com o mesmo conceito da bicicleta que é ainda mais interessante:
"Camper Kart, partially funded by a FEAST grant is an experiment in autonomy. It investigates habitats and housing; recycling and ecology; exploration and mobility."





UPDATE
Outra bicicleta trailer. Esta é Paul Welkins.
via designboom





quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Cabelo arrumado

Amei o tutorial feito pela Julia Petit para um penteado para festa, por isso resolvi colocar aqui. Acho que quem tem cabelo cacheado fica até mais simples de fazer.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Cadeiras

Estante de uma loja no Japão. Em tempo de crise e aquecimento global o melhor é reciclar e ser criativo.
Via Flavia Lafer

quarta-feira, 4 de março de 2009

Voyeur "chic"

Nessa onda voyeur de início de ano do Brasil que é iniciada pelo o BBB tem uma saída, quero dizer, se você curte um voyeurismo, mas o BBB não ta fazendo sua cabeça o site The Selby te ajuda a satisfazer essa "mania". E se você só quer comparar sua bagunça a de outras pessoas o site também ajuda.


Acima imagens Elisa Nalin (stylist) Paris, 24/02/2009



Acima Sébastien Gaudard (chef) Paris, 12/02/2009

Via: Rita Wainer

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Palestras

Palestras interessantes do TED

Talks Sir Ken Robinson: Do schools kill creativity? (2006)


Talks Benjamin Zander: Classical music with shining eyes (2008)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Havaianas dão em árvore



Árvore com Havaianas na África do Sul. Interessante campanha de marketing para chamar a atenção da Network BBDO South Africa.

via: Página2

Texto para o Natal

O texto abaixo achei bem pertinente para esses tempos de recessão e natal. Eu o vi no blog Prata Porter e é de Hermano Vianna (2003):

“Nos últimos anos, não é mais possível andar pelas ruas de Londres sem se deparar, em todos os lugares, com uma loja de sanduíches da cadeia Prêt-A-Manger, recinto de look pós-moderno onde podemos ter toda uma nova experiência fast-alimentar. As massas do mundo “desenvolvido” se sofisticaram demais para continuar consumindo hamburgers e coca-colas, mesmo quando estão com pressa. Não fica bem, nem um pouco bem, serem surpreendidas num McDonald’s, que não contente de ter fama de gerador de enfartes ainda é acusado de destruidor de florestas tropicais. Além disso, essas massas já foram doutrinadas a gostar de rúcula, tomate seco e capuccino - portanto seus novos paladares não admitem mais aqueles sabores rudes que um dia encantaram a sociedade de consumo em seus tempos primitivos, pré-digitalizados e pré-globalizados.

Ser massa hoje, num país de primeiro mundo, é bem mais complicado. Nada de prazeres fáceis e vulgares, nada de indústria cultural, nada de gostar do que é igual para todos. Agora todo mundo tem que ter personalidade e bom-gosto - sempre definidos por seu padrão de consumo. O produto de massa contemporâneo vem com outra embalagem, para fingir que não é de massa, para aparentar que foi feito só para você, consumidor especial que sabe o que quer, e que para comprar o que quer tem que exercitar o tempo todo o seu sagrado direito da escolha - escolhendo sobretudo algo que o distingue dos outros mortais e atua como seu passe VIP para fora do tão-mal-falado-lugar-comum. Ninguém mais quer estar em nenhum lugar comum, todo mundo quer ser diferente, e ser diferente é chique.

Portanto, o novo McDonald’s é o Prêt-A-Manger, até porque a cadeia da nova fast-food foi mesmo comprada pelo McDonald’s. Mas é uma fast food envergonhada, que salpica tudo - da decoração à bandeja - com “estilo” e “filosofia”. Logo na vitrine, ou na home do web site, quem entra lê: “Nós percorremos distâncias extraordinárias para fugir dos obscuros aditivos, preservativos e agentes químicos comuns na maioria da “fast” food “prepared” que está no mercado hoje em dia.” O aviso “filosófico” ainda diz que todos os ingredientes contidos nos sanduíches e nas bagettes (é claro…) chegam frescos nas lojas todos os dias, e os sanduíches e as bagettes (é claro…) não comidos naquele mesmo dia são doados para instituições de caridade.

Fico imaginando os mendigos, que também são sofisticados no primeiro mundo, escolhendo entre um Crayfish and Avocado Salad e um Black Pepper Chicken on Bloomer Bread, que podem ser servidos nas opções Nut Free, Sesame Free, Dairy Free, ou GM Free (GM Free, para quem não sabe - como eu não sabia, significa que o sanduíche não contém nenhum ingrediente Geneticamente Manipulado, isto é, nada de soja ou milhos transgênicos nem nenhum de seus derivados). Para facilitar também as escolhas dos sem-teto britânicos - e agora também de Nova York, Hong Kong, Tóquio e breve de todas outras cidades “desenvolvidas” do mundo - as embalagens contêm informações sobre valores de proteínas, de fibras, de gorduras (saturadas ou não), de carboidratos (dentre eles a quantidade de açúcares). Um educado lembrete diz que “já que quase todos os produtos Pret são feitos todos os dias a partir de ingredientes frescos os valores nutricionais são apenas médias.” Assim a empresa evita também que algum mendigo, ou consumidor elegante, a processe no futuro alegando que na sua bagette havia 2% mais carboidratos do que os “propagandeados”.

Ao ver tanta opulência numa simples lanchonete não pude deixar de suspirar pensando no meu querido e coitado Terceiro Mundo. Aquilo tudo pode existir ali porque em algum lugar do mundo não existe nada parecido. Isso é matemática de primeiro grau. O planeta não tem recursos suficientes para proporcionar esse padrão de consumo de massas para todas as suas massas. A Terra se esgotaria com quilômetros de plantação de rúcula orgânica de perder de vista e toneladas de tomates limpinhos (de preferência lavados com água mineral Evian…), secando ao sol para depois serem tratados com azeite extra-virgem preparado artesanalmente… (Isso para não falar nos direitos trabalhistas nível comunidade européia que são pagos para quem prepara cada sanduíche daqueles todos os dias!) Não cabe no mundo isso tudo para todos. Não que não fosse bom caber. Mas não vai ter Fome Zero mundial que, nas atuais condições tecno-científicas da engenharia agronômica, vá produzir riqueza o bastante para alimentar o desejo de Crayfish e Avocado Salad (com molho thai, por favor) de toda a população do mundo, se ela vier a desejar tal coisa (como periga desejar se esse estilo de “sofisticação” continuar a se alastrar nessas proporções epidêmicas - como têm se multiplicado assustadoramente, por exemplo, as máquinas italianas de fazer café).

Isso porque estou falando “só” de comida. Imagine que espaço sobraria no mundo se todo mundo tivesse uma casa do tamanho e da “sofisticação” do tipo das que aparecem na Caras ou na Wallpaper (nada contra a Caras… nada contra a Wallpaper…) Ou como seria o trânsito de uma cidade como São Paulo, e os níveis de petróleo no mundo, se todo mundo pudesse ter, como todo mundo parece desejar por razões para mim inexplicáveis a não ser por mero exibicionismo, um Hummer personalizado. Tudo bem, dizem que o carro é bom, dos melhores, já foi testado em guerras no deserto… Eu acredito em propaganda militar e marketing… Mas quem precisa mesmo dele? Quem, em sã consciência, trocaria um bom sistema transporte público por esses dinossauros - sofisticadíssimos, eu sei - cibermecânicos? Mas todo mundo, na hora H, troca a briga por um bom transporte público por um carro vistosão e grandão (coitados dos estacionamentos), se lixando para o mundo, para os outros. E cada vez massas maiores têm acesso a esses bens e vão se empanturrar com tanta sofisticação. Assim caminha o capitalismo, e o fim da história, não é mesmo? Outro mundo é possível? Só se tiver casacos da Burberry para todos, ou relógios Bulgari para todos? Não precisa tanto: mesmo churrasco no domingo para todos já faria um estrago danado.

Tudo bem. Não quero estragar o domingão de ninguém. Todo mundo é filho de Deus, merece ter tudo do bom e do melhor que até hoje só poucos tiveram. Mas a que custo? E porque todo mundo precisa mesmo desse tipo de “bom e melhor”. Não há outros “bons e melhores” bem diferentes disso que hoje as massas parecem desejar? Não vou propor nenhuma patrulha ecopolítica radical para o bem da humanidade. Mas não consigo deixar de achar que o mestre Agostinho da Silva estava coberto de desafiadora razão quando escreveu querendo algo bem distinto disso tudo:”Mas eu quero ver o primeiro homem que não deseja coisa nenhuma! Nunca fazemos treino para isso e, pelo contrário, todo mundo está organizado [...] para desejar alguma coisa mesmo quando não deseja. [...] Quer dizer, o mundo, na fase atual, está continuamente a semear desejos em nós, sendo esse um dos pontos mais importantes do mundo - como é então que podemos chegar a uma economia que não semeie em nós o desejo, mas sim a quietação e não a inquietação”. Grande questão, talvez a maior de todas: por que economia tem que ser inquieta por definição?

Agostinho da Silva não era bobo. Ele sabia que foi a partir desse tipo de desejo que todo um parque industrial foi construído para produzir tantas coisas, e que é só por causa desse avanço tecnológico que podemos hoje pensar numa alternativa “quieta”. Sei que a pregação desse quietismo solidário soa ingênua, comunista, franciscana, reacionária (contra o “progresso”), moralista ou mesmo obscurantista. Parece um sonho do “vamos nos dar as mãos agora e trocar o luxo de poucos pelo simples e necessário para todos.” Só uma mudança tremenda de mentalidade (Agostinho da Silva esperava o Quinto Império, com o Espírito Santo nos iluminando…), da concepção de “desenvolvimento” (para o Brasil se “desenvolver” precisamos mesmo derrubar as florestas e plantar soja?”), ou mesmo da natureza humana, poderia colocar em cheque essa cruel máquina de fabricar inveja, eterna insatisfação e desejos sempre maiores? Desejos por quê? Por uma bolsa Louis Vuitton?!!!

Também acho que não sou totalmente bobo. Consigo evidentemente admirar a beleza de uma bolsa Vuitton desenhada por Takashi Murakami. Acho bacana, bem potlach, que alguém gaste tanto dinheiro para comprar essa bolsa - adoro ver gente queimando dinheiro, quanto mais dinheiro melhor. Mas também sei que o mundo poderia viver muito bem sem essa bolsa (ou que o preço de uma bolsa boa e bonita poderia ser infinitamente mais barato), e não seria um lugar menos interessante por isso. E então não consigo evitar de sempre ver que há algo de podre (a tal cruel máquina de reprodução de inveja, insatisfação e também humilhação) na bolsa Murakami, no sanduíche do Prêt-A-Manger (por mais frescos que eles sejam), ou na hipnótica branquidão dos lençóis de algodão egípcio do Hotel Fasano (isso para não falar no assento térmico da privada do Emiliano).

Sempre vai ter alguém que tem mais, ou vai ter um produto novo - e glamurosamente caro - que você não tem e não pode ter (e o fato de você não precisar ter não tem a menor importância, quando o desejo de ter é o que move tudo). Um restaurante de luxo vai ter que sofisticar e encarecer sua culinária se quiser se manter “acima” dos fast-food sofisticadíssimos que o sucesso de massa do Prêt-A-Manger e do café italiano apenas anuncia de forma tímida e canhestra (ninguém realmente “sofisticado” come no Prêt-A-Manger). Com as massas do primeiro mundo cada vez ganhando mais dinheiro, uma loja como a Prada vai ter que aumentar constantemente e astronomicamente seus preços a cada estação se quiser manter o interesse de uma clientela que compra não produtos mas sim exclusividade, aquilo que todo mundo não pode comprar. Pois sem exclusão, nada disso existiria: se uma roupa é usada por qualquer um, ela necessariamente - no regime de moda no qual vivemos - perde o seu charme. E assim por diante: se todo mundo puder comer nesse restaurante, dormir nesse hotel, viajar nessa primeira classe, todo esse mundo desmoronaria. É preciso deixar sempre gente de fora para a festa da sala VIP ser animada.

O que estou pregando então? Uma comunidade hippie globalizada? Uma nova revolução cultural maoísta? Pretinhos básicos, e nada mais, para todas as moças? Nada disso parece ter dado muito certo, não é? Porque todo mundo está ficando cada vez mais louco ao consumir e não há - até segunda ordem - plano de fuga no shopping center planetário (fugir para onde? até em Cuba as pessoas se jogam no mar revolto só para fazer compras em Miami… e mesmo no Butão, que não tinha TV até os anos 90, agora já tem internet…). Então esta é minha única maneira de terminar este texto com um elegante otimismo: quero apenas menos, um pouquinho menos. Vocês que são brancos, e precisam realmente comprar isso tudo, que se entendam. Não vou nem concluir dizendo que tudo isso me parece um pouco cafona (o que seria muito óbvio - até porque eu gosto de brega!), não vou nem insinuar que não é mais nem um espetáculo interessante contemplar o barulho produzido por tanta insatisfação (e acho que mesmo estratégias situacionistas de desconstrução desses desejos apenas aumentam o barulho, e a quantidade de coisas e ações que atravancam o mundo…) Como diz o Wado, numa canção que adoro: eu vou ficar quietinho, eu vou ficar no meu canto. Talvez essa seja a atitude mais radical.”

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Escola do futuro

A Notícia já está meio velhinha, ela é de maio deste ano, mas como fiquei sabendo só hoje e achei muito interessante to postando.

Em maio deste ano foi inaugurada no Rio de Janeiro um modelo de escola do futuro, a NAVE, é uma escola pública que traz a tecnologia para a sala de aula. os alunos tem acesso a jogos tecnológicos, ao design, à internet wi-fi, entre outros.

A escola foi feita para formar profissionais que estão em falta no país, são profissionais de tecnologia, como foi afirmado no O Globo esta escola formará profissionais para as novas mídias: da programação de sistemas à criação de roteiro de programas e games.

Ainda no O Globo foi citado o que é o projeto:
"O Nave é um programa do Oi Futuro voltado para a pesquisa e desenvolvimento de soluções educativas que utilizem de forma diferenciada as tecnologias da informação e da comunicação no ensino médio. O projeto será formado pelo Colégio Estadual José Leite Lopes, pela Fábrica de Cultura Digital – um centro de pesquisa e inovações – e pela Usina de Expressão, espaço voltado para exposições e seminários. Modelo similar foi implantado em 2006 pelo Oi Futuro no Centro de Ensino Experimental Cícero Dias, em Recife (PE) – escola pública de tempo integral que desenvolve, entre outras atividades, uma fábrica de jogos, onde os alunos aprendem na escola a produzir jogos eletrônicos."


Abaixo algumas imagens que consegui coletar sobre o colégio.










via: Yaso no Twitter, Ideas in blog e O Globo

Imagens: Ideas in blog e O Globo

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Street Art de Space Invaders

Enquanto via o blog do Sylvain Justum, eu me deparei com algo que me chamou a atenção. O autor do blog está em Paris acompanhando a semana de moda e ele encontrou em vários pontos da cidade vários mosaicos de pastilhas de com desenhos do Space Invader, veja aqui o post dele sobre. Ele tirou fotos, eu vi e gostei e compartilhei com ele da curiosidade sobre do que se tratava.



Bem alguns posts depois, este aqui , ele contou que havia descoberto do que se tratava a ação, é o projeto Urban Invasion Detected. Parece que eles se espalham pelo mundo, infelizmente esta invasão não chegou no Brasil, mas está em vários outros locais. Veja o mapa abaixo.



outro post do Justim sobre o street art aqui.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Manhê, tem uma japonesa na dispensa

Achei muito interessante a história, imagina você está em casa e descobre isso na sua dispensa!! Poético, né?!

Japonesa é presa por morar em despensa de estranho


Uma mulher foi presa no Japão porque vivia dentro de um despensa na casa de um homem sem ele saber. A polícia japonesa disse ter encontrado Tatsuko Horikawa, 58 anos, dentro de uma pequena área de despensa da casa com um colchão.

Tatsuko disse que não tinha outro lugar para viver. Segundo a polícia japonesa, ela teria morado na despensa por cerca de um ano, mas não o tempo todo.

O dono da casa de 57 anos disse ter suspeitado quando comida começou a desaparecer de sua geladeira. Ele instalou uma câmera na casa e chamou a polícia depois de ter visto imagens da mulher andando pelo local.

Ainda não está claro como a mulher conseguia entrar e sair da casa sem ser descoberta, mas a polícia afirma que ela pode ter morado em uma série de lugares diferentes, inclusive em outras casas da redondeza. O incidente aconteceu na cidade de Fukuoka, no sul do país.


via: Theodora

segunda-feira, 19 de maio de 2008

David Heinemeier Hansson at Startup School 08

<div><a href="http://www.omnisio.com">Share and annotate your videos</a> with Omnisio!</div>


O legal deste vídeo é que têm slides para acompanhar. Interessante para eventos, escolas e universidades. (hipervídeo)

Se você quiser fazer um vídeo desses é só entrar aqui: omnisio

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Metrô de primeiro mundo

Passeando pela Europa você tem a oportunidade de conhecer um transporte público realmente eficiente e de certa forma confortável para seus usuários. Mas quando vi a campanha que a ikea está fazendo no Japão pensei: "Isso é que é metrô de primeiro mundo".

Muito interessante a campanha, a seguir as fotos:













































































































imagens de: daqui e daqui
via: Kirai

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Eu quero falar de coworking

Faz algum tempo que não posto tão frequentemente quanto fazia antigamente, vários motivos, mas como eu vou viajar agora, queria deixar um último post falando de uma coisa que está me interessando muito ultimamente. O tema é coworking.

Segundo Wagner Fontoura do Boombust,
"O coworking nada mais é do que “o ato de trabalhar junto“, de compartilhar recursos, ferramentas, normas, diretrizes, de formas diversas. Isso pode se dar em espaços comuns ou não, virtuais ou offline."



Tudo começou pois leio muito o blog de Tiago Dória e ele falou do The Hub São Paulo. Comecei a procurar mais sobre o assunto e me apaixonar pela idéia e pensar que isso é vanguarda e uma forma ideal de trabalho (apesar de acontecer a milhões e milhões de anos esse tipo de colaboração). O primeiro contato que tive com coworking de fato, e que eu posso considerar um contato com coworking, foi no pbwiki pela minha amiga Dani, o pbwiki é um espaço onde você pode escolher algumas pessoas para entrar e onde vocês podem trabalhar online. Você pode estar no Brasil e seu colega no Japão, mas mesmo assim você pode fazer um trabalho bacana. Fiz isso com os trabalhos da pós, posso falar que eu era a mais empolgada de todas, amei a facilidade que você pode trocar informação e fazer trabalhos.

Agora, me empolguei com um local similar ao pbwiki, mas que não é tão virtual assim. O The Hub e outros espaços com a mesma funcionalidade. Você agora pode sair de casa, chegar em um escritório com um monte de gente de várias áreas e que não estão necessariamente trabalhando para a mesma empresa que você, mas que podem virar seus parceiros. Uma grande troca de informação, é como se a internet quisesse sair do virtual e ser aplicada no mundo real. Dessa idéia de sair do virtual, mas aplicar uma idéia deste ambiente é a loja Endossa que usa a idéia de lojas virtuais que vendem espaços para pequenos artesãos mostrarem o seu trabalho, virtualmente um ótimo exemplo é o Etsy: "Seu espaço para comprar e vender todas as coisas feitas a mão", slogan do site.

O coworking acontece a algum tempo no jornalismo, como alguns sites que tem seu conteúdo feito pelo público como o CMI fez a muito tempo e outros estão fazendo agora, claro que muitos sites não dão muito certo, tem grandes problemas, mas ainda assim é uma colaboração.

Mas perceba que em nenhum momento o virtual está completamente dispensado, mas é aplicado idéias interessantes do virtual para a vida real, sempre com um blog no suporte da idéia não virtual. Não que a idéia tenha começado no virtual, mas ela ganho um reforço muito mais lá dentro. Também contradizendo os péssimos candidatos a Nostradamus que diziam que com a internet o homem se isolaria de forma enlouquecedora em suas casas evitando todo tipo de contato humano, acredito que pelo contrário a internet aumentou a necessidade de contato com o outro, tanto é que esta idéia de coworking não está crescendo só no virtual.

Tem muito a ser dito sobre o coworking e acredito que este post não será terminado tão cedo, mas isso é um começo de organização de idéias para aplicação na vida.

Pessoas valando e mostrando seus projetos de coworking, vídeos: Tiago Dória

Visita às obras do The Hub SP - Tiago Doria Weblog/Videocast from Tiago Doria on Vimeo.


Visita à Endossa - Tiago Dória Weblog/Videocast from Tiago Doria on Vimeo.

Alguns espaços de coworking:
The Hub
CWSC
Ca'Bianca
The Coworking Institute

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Vídeo interativo em 360º



O título já diz tudo, você pode mover com o mouse o vídeo, clique em cima para a direção que quiser. A detentora da tecnologia é a Inmersive Media, são responsáveis também pelo Street View nos Google Maps.

Via: ALT1040

The Hub

The Hub é uma espécie de escritório compartilhado, onde freelancers pequenas empresas que não tem dinheiro para pagar um aluguel de escritório, ou pessoas que tem a liberdade de trabalhar em casa podem trabalhar e compartilhar informações.

Ele é um espaço onde esses profissionais podem ir e ter uma certa liberdade que teriam em casa e a parte positiva de estar no escritório, que é estar cercado de pessoas que querem trabalhar, mas também podem compartilhar ou trabalhar em conjunto com você. Tem conzinha, salas de conferência, wi-fi, computadores (mas se você preferir levar seu laptop ótimo), impressora, telefone e possibilidade de toda a correspondência de trabalho ser entregue lá.

Acho interessante a idéia pois facilita a vida de quem está começando uma empresa agora, mas também ajuda na interação dos freelancers com outros freelancers e assim podendo trazer parcerias interessantes entre as pessoas. E claro, tem o espaço para encontrar com cliente, sem ser em um restaurante qualquer e sim em um ambiente de trabalho.

Existem na verdade vários The Hubs, mas com diferentes nomes, the hubs originais estão em Londres, Berlim e agora terá em São Paulo. Nos EUA existem vários escritórios de coworking (a expressão desse tipo de trabalho é esta).



Se você quer saber mais sobre os The Hubs acesse abaixo as minhas fontes:

The Hub São Paulo
Flickr The Hub no mundo
CNN.Money
Tiago Dória

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Alguns vídeos dessa Quarta-feira


O primeiro vídeo é de um artista que colocou bonecos de infléveis nas saídas de ar do metrô. Muito interessante e criativo.
Via: Tiago Dória


O segundo vídeo é da homenagem da VW ao grupo que fez o novo site deles na Inglaterra. Muito interessante, mas como o Paul Isakson falou, eles vendem carro e não sites. Bem, bem.
Via: Paul Isakson


O making of das fotos que Madonna tirou para a Elle.
Via: Erika Palomino

quarta-feira, 26 de março de 2008

TV web culinária com rock'n roll



Quer ver um chef com uma banda fazendo comida? hahahahhahahahah
achei muito engraçado o conceito do programa, é do On Networks.

Saiba como está seu link no twitter

Para quem usa o Twitter, existe uma ferramenta onde você pode saber quais os links mais acessados, o Tweetburner é uma ferramenta que acompanha os links colocados no twitter.

Abaixo um dos vídeos de mais acesso.



Via Tiago Dória

por Rutu Modan