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quinta-feira, 19 de março de 2009

Tela Flexível


impress - flexible display from Sillenet on Vimeo.

Interessante essa tela flexível principalmente para aula para crianças, artes e arquitetura. Bem criativo, mas não serve para tudo. Gostei.

via: @yaso, PicoCool, Impress e @emilychang

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Celular



Começando o ano com um vídeo sobre o futuro do celular. Muito interessante.

Via: Peter Morville

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Quer comprar tecnologia, vá no NYTimes antes


Muito interessante, e útil para quem precisa comprar tecnologia e não sabe muito bem o que escolher, a nova ação de interatividade que o NY Times está oferecendo aos seus leitores, neste link você terá o colunista de Tecnologia do jornal te ajudando a escolher seu novo "brinquedo".

Ele faz algumas perguntas e antes de fazê-las explica o porque da pergunta e como isso pode ajudar na escolha, ao final do questionário ele te dá algumas opções que estarão de acordo, ou mais parecido possível, com suas necessidades e ainda tem uma "crítica" sobre o aparelho do mesmo colunista para que você possa escolher com mais precisão ainda.

Vale a pena dar uma olhada, vai que te inspira para um projeto novo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Escola do futuro

A Notícia já está meio velhinha, ela é de maio deste ano, mas como fiquei sabendo só hoje e achei muito interessante to postando.

Em maio deste ano foi inaugurada no Rio de Janeiro um modelo de escola do futuro, a NAVE, é uma escola pública que traz a tecnologia para a sala de aula. os alunos tem acesso a jogos tecnológicos, ao design, à internet wi-fi, entre outros.

A escola foi feita para formar profissionais que estão em falta no país, são profissionais de tecnologia, como foi afirmado no O Globo esta escola formará profissionais para as novas mídias: da programação de sistemas à criação de roteiro de programas e games.

Ainda no O Globo foi citado o que é o projeto:
"O Nave é um programa do Oi Futuro voltado para a pesquisa e desenvolvimento de soluções educativas que utilizem de forma diferenciada as tecnologias da informação e da comunicação no ensino médio. O projeto será formado pelo Colégio Estadual José Leite Lopes, pela Fábrica de Cultura Digital – um centro de pesquisa e inovações – e pela Usina de Expressão, espaço voltado para exposições e seminários. Modelo similar foi implantado em 2006 pelo Oi Futuro no Centro de Ensino Experimental Cícero Dias, em Recife (PE) – escola pública de tempo integral que desenvolve, entre outras atividades, uma fábrica de jogos, onde os alunos aprendem na escola a produzir jogos eletrônicos."


Abaixo algumas imagens que consegui coletar sobre o colégio.










via: Yaso no Twitter, Ideas in blog e O Globo

Imagens: Ideas in blog e O Globo

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Dreamweaver CS4



Lançamento do dreamweaver CS4 com explicações da nova ferramenta, na Adobe TV.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Pesquisas, servem para que mesmo?

Passei esta semana por uma situação muito louca, e esta situação se expandiu como assunto por alguns lugares que andei. O assunto era pesquisa para criação de ação de marketing e para desenvolvimento de ferramentas tecnológicas, mais voltado para internet.

A minha situação eram pessoas do trabalho questionando o tanto de pesquisa que fiz, pesquisa de clima organizacional, pesquisa de satisfação de cliente, Feedback (é um tipo de pesquisa a meu ver), entre outras pequenas pesquisas. Na verdade as pessoas estavam reclamando de como fiz pesquisa e para que elas serviam.

Situação alheia, estou em uma comunidade de design a IxDA, um dos tópicos era "Don't listen to your customers" (Não escute os clientes), onde uma das pessoas questionava porque fazer pesquisas e porque ouvir, antes de lançar o produto, o consumidor, se ele não entende ainda do que se trata a ferramenta.

Situação alheia dois, no slide, que ficou super-famoso esta semana da net sobre o futuro do marketing de Paul Isakson, tem uma frase de Steve Jobs, que traduzindo bem grosseiramente fica assim "É muito difícil criar produto em seções de focus group. Muitas vezes, as pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas."

Armada desses acontecimentos e das respostas que a pessoa do IxDA recebeu, chego a conclusão que muitas pessoas que desenvolvem produtos, ações de marketing e outras novidades sem ouvir o cliente e pode se dar muito bem, tem sorte de a coisa ter sucesso e conseguir seus objetivos. Mas na maioria das vezes você precisa de muitas pesquisas para entender a realidade das pessoas, eu sei que muitas vezes a pessoa não sabe que precisa de "X" coisa, mas você ouvindo a necessidade dela, a dificuldade que ela tem em algum ponto você pode ter uma idéia do que ela precisa solucionar e aí sim você pegar um produto ou ação e adequa-lo a realidade da pessoa, pode ser que no primeiro momento ela não aceite ou não entenda muito bem o que é. Mas depois que ela vê para o que serve ela concerteza não vai conseguir viver sem.

Uma coisa sabida sobre os produtos da Apple é que, além de sonhos de consumo e tudo de bom, você nunca deve comprar a primeira versão do produto, compre sempre a segundo que vem com adaptações e novas coisas, já pensou se eles fizessem um focus group para saber como as pessoas vão usar, usabilidade, para ver qual é a real necessidade. Acho que economizaria muito dinheiro e facilitaria a vida de seus clientes. Claro que tem o timming, mas isso é outra história.

Enquanto isso, do meu lado, as pesquisas estão me mostrando as melhores ações a serem realizadas na empresa que estou trabalhando. A primeira vista não parece tão necessário para eles, mas depois eles percebem que realmente precisavam daquilo, assusta um pouco no início, mas depois eles percebem o como aquilo foi bom.

E quanto ao mocinho da IxDA levou uma resposta interessante de Todd Zaki Warfel, presidente de Pesquisa de design, achei bem interessante, por isso coloco aqui na íntegra e em inglês

"Completely disagree. Last year we did several rounds of usability
testing for LA Times w/prototypes looking at tagging, reviews, and
other social idioms. In fact, the usability testing highlighted
something we never would have seen in quantitative research—that while
people aren't sure what tags are, the interaction of what a tag does
meets their expectation.

If we had done a quantitative approach, we would have seen near 0%
interaction and based on that would have scrapped tagging, ratings,
and reviews from the new Calender Live site. However, with in-person
testing, we were able to get feedback from users that showed:
1. Only power-users are likely to migrate to tagging, ratings, and
reviews.
2. Power-users are not age-defined.
3. 3-5% of users will rate, tag, or review.
4. Non-power-users were willing and often interested to explore
tagging, ratings, and reviews, but sometimes needed some type of
prompting. Understanding what kind of prompt they needed helped us
engage them in future rounds of testing. Gaining this understanding is
only something we could have obtained by in-person discussions, not
through a web-survey.
5. Through in-person studies were able to perform some collaborative
design with the participants and determine the priority levels of the
information on the screen. This lead to design concepts that enabled
us to put tags clouds (something that less than 2% of our participants
knew what it was) in the appropriate place on the screen so that they
were out of the way of those who wouldn't use them, but reachable for
those who would.
6. When encouraged to explore tags, every participant who did found
them extremely useful and immediately saw the benefit. We didn't
explain the benefit and ask them to try them, we simply asked what
they expected to happen if they clicked on those "things" and then had
them try it out and followed up with "how does that compare to what
you expected?" Very vague, but it does the trick w/o leading.

Numbers 1-3 could be accomplished w/a quantitative study, but 4-6 took
a qualitative study to perform. And frankly, 4-6 were insights that
were new, while 1-3 are things we could have learned by googling."

quinta-feira, 6 de março de 2008

Hipervídeo

Estava fazendo uma pesquisa para o trabalho sobre hipervídeo, principalmente feitos no Brasil, achei muito pouca referência sobre isso e muito poucos trabalhos feitos com esta tecnologia.

Até onde foi minha pesquisa percebi que o hipervídeo pode ser algo muito maior do que uma TV Digital. É uma ótima tecnologia para jornalistas, publicitários e educadores. São vídeos interativos, onde você pode navegar por ele. A idéia pode evoluir para muitas e muitas funções, acho que deveria haver mais investimento nesse tipo de mídia.

O problema do hipervídeo é que para muitas pessoas ele pode ser confuso, como ele tem muitas "atividades" a pessoa pode não saber como utiliza-lo e até perder o raciocínio do que está sendo falado, acredito que é necessário vários estudos para tornar esta ferramenta mais eficaz e evitar confusões. Aliás, como tudo que é novo, é necessário ter pesquisas com público para ver a maneira mais efetiva e com menos confusão, mas ao mesmo tempo tendo muita informação dentro do vídeo.

Sinceramente acredito que pessoas mais antigas e que não tenham muita habilidade com o computador e a internet possam encontrar muitas dificuldades, aliás acredito que esse tipo de pessoa não irá usar esta ferramenta.

Existe uma ferramenta que faz hipervídeos, não tem tantas opções, como passar de um vídeo para outro no mesmo "espaço", mas para iniciantes é uma ótima forma de treinar. A ferramenta é o site Asterpix, um tipo YouTube para hipervídeos. Exemplo dos vídeos dele abaixo:

Infelizmente neste vídeo só tem uma interação no início do vídeo.


Um local que tem hipervídeos muito interessantes é a Agência Brasil, achei apenas 2, que valem muito a pena ver. O melhor na minha opnião é o vídeo Consumo Consciente, veja aqui. O segundo vídeo é o Nação dos Palmares, um documentário, veja aqui.

Quer saber mais sobre hipervídeo? Entre nestes sites: Yaso1 e Yaso2, Andre Deak, Wikipedia, Gattune, Daniela Bertocchi.

terça-feira, 4 de março de 2008

Mecenas modernos na Internet

Empresas na internet são o futuro, aliás o presente, fazer elas serem rentáveis e atrativas é o que faz um bom administrador. Mas estas empresas também precisam de um mecenas para que elas possam crescer e se firmar.

Acredito que a volta, com força, da figura do mecenas, que agora tem outro nome Venture Capital é mais chic falar esta palavra, mas acaba que ele é o velho e bom mecenas que acredita em um "artista" e patrocina-o.

Ontem estava vendo um programa que gosto muito, o Mundo S/A, e apareceu uma empresa que é considerada a mecenas desse tipo de negócio, a Monashees Capital. Um dos projetos patrocinados por este mecenas moderno é a Boo-Box, esta empresa merece destaque pois ela viabiliza uma nova forma de vender e fazer marketing, resumindo o que a empresa faz ela possibilita o internauta comprar as peças que ele vê em uma foto, por exemplo, você vê em um site de fofoca (parece que este exemplo foi o que iniciou a empresa) a foto de Giselle Bündchen e adora o sapato que ela está usando, quer comprar... é só clicar na foto, mais precisamente no sapato, que abre uma janela da loja que vende o produto e bum você pode comprar ou apenas fazer uma pesquisa de preços.

Nada mais internet do que este negócio: interatividade, entretenimento, vendas ($) e se você for mais afundo acha outras características de um negócio feito pelos moldes da net. Segundo o blog de Fábio Seixas, leia aqui, esta ferramenta é mais direcionada aos blogs:
"O serviço trata de contextualizar produtos dentro de posts de blogs linkando imagens diretamente para produtos dentro de lojas virtuais sem a necessidade de sair do site ou blog. Minha analise ainda superficial é que trata-se de uma abordagem alternativa para motetização de blogs que tende a ser ainda mais relevante que o adsense. Mas cabe uma analise melhor quando o serviço estiver disponível."


A empresa, brasileira, foi até citada pelo respeitado site Techcrunch, veja aqui. Pelo que deu para ler eles acreditam na idéia, mas não sabem como vai funcionar.

Mas voltando um pouco, sobre o mecenas, existe também o mecenas musical. Aliás, a forma que atualmente acredito que as gravadoras podem usar para poder crescer no mundo virtual, é uma forma inteligente para que eles consigam lucrar mas ao mesmo tempo disponibilizar de forma segura downloads. Aparentemente a Trama Virtual faz isso, segundo seu CEO João Marcelo Bôscoli:
"Uma das coisas bacanas do Trama Virtual é o download pago, mas pelos anunciantes e patrocinadores do projeto. Cada música baixada pelo internauta, reverte um pagamento para o autor da faixa."

O interessante é as gravadoras acharem mecenas que patrocinem seus artistas, liberando o download de graça e com alguma coisa a mais para quem baixa, baixar no site da gravadora. Sem contar que a gravadora pode ter cadastro de quem utiliza a faixa, de quem escuta esse tipo de música e conhecer à fundo o seu cliente, podendo oferecer mais tarde algum produto que o interesse. Enfim é infindável as opções que podem advir disso.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Vídeos por e-mail

Uma novidade, que eu estava procurando faz um tempinho é o envio de vídeo por e-mail. Claro que este ainda não está no formato ideal, para mim, mas já é um começo.

O nome é YvideoO e é americano, mas tem aqui no Brasil também, da para você gravar o vídeo mensagem com sua webcam ou você pode carregar o vídeo editado. É bem interessante, vá no tutorial, eles te explicarão tudo.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Quanto um freelancer ganha?

Foi publicada pela Freelance Switch uma pesquisa sobre quanto ganha um Freelancer da área de tecnologia, comparando entre continentes e países, para ver a pesquisa entre aqui.

Para você saber tudo da pesquisa tem de pagar, mas vale a pena comparar os valores e quanto trabalha um freela no mundo, também é comparado no estudo o freela com o trabalhador de empresa. É interessante, principalmente quem quer fazer a transição de trabalhador com carteira assinada para freela.

Alguns dados da pesquisa:







terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Software Livre

Acho super interessante a discussão que a Yaso está fazendo em seu blog sobre Software Livre.

Vale muito a pena ler, entre aqui.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Ola 2008

No primeiro dia do ano, após almoçar umas 3 da tarde e depois de ver o final do filme que comecei a ver ontem do Fellini, e ver um documentário do Julio Bressani sobre a Maria Bethânia novinha novinha, fui ver CNN. Sabe, uma coisa muito estranha acontece, quando temos uma festa no dia anterior parece que o dia seguinte vira um momento morgação na frente da TV, não sei se isso acontece com todos.

Pois bem, estava eu vendo CNN quando vejo a sério Just Imagine que falava sobre um mundo melhor feito pela junção do design, arquitetura, tecnologia e ecologia. Achei perfeito como mensagem de início de ano. Só umas sugestões para este ano, agora, presente.
(hora do clichê)Se cada um fizer sua parte podemos sonhar com um mundo, um país e um ano melhor.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Nabaztag - o coelhinho tecnológico


Estava tentando entender o que era Nabaztag, ouvi um monte sobre ele, mas não sabia exatamente o que era. Então resolvi procurar, qual não é minha surpresa quando eu descubro que o Nabaztag é a nova forma de um tamagoshi.

Aparentemente Nabaztag é coelho em armeno, ele foi criado para ser um brinquedo barato e que você pode utilizar ele pela internet (mandar mensagens para ele por exemplo), mas infelizmente aqui no Brasil não é bem assim, enquanto que nos EUA o bichinho custa entre R$ 150 - 250 no Brasil custa R$ 900,00. Para você poder usar o seu coelho você precisa acessar a página do Nabaztag na internet, aparentemente você teria de acessar o site de dois em dois minutos.

Existem dois tipo de coelhos, Nabaztag e o Nabaztag Tag, o segundo consegue reconhecer comandos de voz, mas os dois acessam a internet através de rede WIFI.

Segundo bernabauer.com:"O que dá para fazer com o bicho é legal, mas não ter um programa para programá-lo diretamente pode ser um pouco frustrante. Tudo bem, tem uma dezena de hacks para o dito, mas muito hardcore para o meu gosto. Entrei na fase do usar e não do modificar loucamente."

Eu achei superinteressante, queria até ter um, mas como não tenho dinheiro para isso, e talvez nem paciência vou deixar para quando ele tiver aperfeiçoado e mais barato. Se você quer ver o que foi postado no YouTube sobre ele, veja aqui. E se você quiser conhecer um Nabaztag de alguém vá nesta página aqui. E se você quiser saber o que o Nabaztag pode fazer por você entre aqui. Só para listar algumas coisinhas que ele pode fazer: Feed de vários sites, rádio da Disney, vários podcasts, e ele te diz a hora.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Hipervídeo

A Yasodara, é design da Radiobrás, e faz um lindo trabalho lá e coloca muita tecnologia no site da Agência Brasil. Por isso quando vi o post dela sobre hipervídeo fiquei muito tentada em colocar um post no meu blog sobre isto, aqui eu farei apenas um resumo do que é o hipervídeo e colocarei exemplos que a Yaso colocou no seu post. Recomendo que quem quiser saber mais sobre Hipervídeo entre no blog dela.

Hipervídeo é o que há de mais moderno em relação a vídeo e interatividade, creio que a Tv Digital está posicionada um passo anterior ou no mesmo nível que ele. O hipervídeo traz a possibilidade de ao ver um filme, reportagem ou documentário você possa interagir indo para uma entrevista ou detalhamento da matéria, é como um livro didático junto com dicionário e outras ferramentas num só lugar, onde você pode consultar outras informações do vídeo enquanto o vê.

Tenha a experiência com um hipervídeo na Agência Brasil, esse foi elaborado pela Yaso e sua equipe. Veja aqui. Você poderá experimentar abaixo. E não esqueça de ir no blog da Yaso para saber mais sobre esta ferramenta.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Asus Ecobook

Talvez seja uma notícia um pouco antiga, mas eu fiquei sabendo a pouco tempo. A Asus está com um notebook ecológico. O seu case é feito de bamboo, ou coberto de bamboo, mas como foi dito no treehugger o verdadeiro show é dentro. Todo o plástico deste note é reciclado, não há nenhuma pintura, spray ou electroplating em sua composição. Aparentemente ele também é desenhado para poder ser aberto e desconstruído facilmente para você poder colocar seu CPU nele. Parece bem interessante pelo que entendi.

A empresa que faz este computador merece destaque como empresa verde, eles tem uma parte do site bem grande dedicada à Green Asus, ou Asus Verde.


por Rutu Modan