Achei muito interessante como foi feito o gráfico, para mim apesar da quantidade de informações eu achei confortável a leitura das informações seguindo as setas. via @workforfood
Entrevista com Leemun Smith diretor de arte de Leeds coletivo de arte Kraffhics, twitter deles aqui, galeria aqui. O mais interessante é que foi feito pela Huh.tv que é da HUH. Magazine, uma revista muito interessante de arte da Inglaterra, que é de graça e se você quiser tê-la entre aqui {só paga pela postagem}.
Se você estiver em algum destes lugares: Londres, Stockholm, NY, Chicago e Paris, você encontra ela em livrarias e galerias de arte.
Ah! o nome do blog é Esteta, namorado não gostou do nome, eu gostei, mas aceito sujestões. Se surgir um nome que me interesse mais do que esse eu mudo.
Saiu a pouco tempo um estudo sobre os jornalistas da EBC e sua relação com a internet e o jornalismo cidadão. Vou ser sincera, não li o estudo inteiro, mas do que pude ver notei algumas falhas. O problema é que o estudo está sendo mostrado por várias pessoas em forma de mostrar uma grande falha nos jornalistas da empresa.
Queria deixar claro que trabalhei lá por um curtíssimo período de tempo e vi as várias dificuldades que estes jornalistas tem com essa nova mídia, mas ao mesmo tempo achei o estudo tendencioso.
Vamos aos pontos que acredito ser grandes falhas, esses pontos foram justificados pela criadora do estudo após um diretor da empresa questioná-la. Primeiro, o universo de jornalistas da EBC é de mais ou menos 300 e foram entrevistados apenas 14. Ora, como eu tenho garantia que a pesquisa não foi tendenciosa? Como eu sei que o jornalista voluntário para a pesquisa não foi voluntário porque foi um dos poucos selecionados para saber do acontecimento da pesquisa. Até o editor-executivo disse não saber que estava acontecendo tal pesquisa. Logo deduz que o convite para participar da pesquisa não foi amplamente divulgado. Num universo de 300 jornalistas que estão localizados em um espaço delimitado e de fácil acesso, acredito que para efeito de pesquisa ela deveria ter entrevistado muito mais pessoas, e havia essa possibilidade. Ela deveria ter um número maior de editores e diretores entrevistados também. Vamos lembrar que ela falava de uma empresa específica, e não de uma classe de profissionais, isso quer dizer que ela deveria entrevistar os vários níveis e proporcional como eles aparecem na empresa.
Segundo, a autora diz que o estudo dela não leva em consideração a tecnologia que a empresa usa, pois este não é o foco dele. Bem, se você está falando de uma empresa e falando justamente de uma área que a tecnologia é um grande ator relacionar e explicar o que é usado na empresa é apenas uma forma de embasar e justificar as várias respostas dos funcionários. A tecnologia nesse caso faz parte da filosofia da empresa em relação ao tema e ela nunca poderia ficar de fora, nem o histórico dela. Aliás isso seria uma grande base de análise profunda do que realmente ocorre dentro dessa empresa e mostraria as falhas e como solucioná-las.
No mais, acredito que esse estudo aprofundado pode trazer muitas coisas interessantes sobre o jornalismo e sua cultura. Acharia interessante que ele pudesse crescer para alcançar jornalistas do Brasil inteiro. Interessante ter este perfil, para esta classe poder crescer com as falhas mostradas nele. Achei ótimo alguém tocar neste assunto e espero que as discussões evoluam.
Quero deixar claro aqui que estas são opiniões pessoais, embasadas no que aprendi na faculdade e na pós-graduação, de como se faz um TCC e como se faz pesquisas. Desse modo não coloco bibliografia, aqui é achismo.
O vídeo acima é da campanha do Obama, sinceramente ele é um político que está em seu tempo, pelo menos no que diz respeito a sua campanha.
Ele tem Twitter, vídeos com músicas interessante, utiliza a internet com maestria. Imagine se tívessemos um político assim no Brasil. Pensando... senti medo agora...
Então vejam o vídeo, o sound da música é muito bom.
vídeo sobre Creative Commons e a “cultura do compartilhamento” Mais sobre Creative Commons do pessoal que fez o vídeo, veja aqui Veja o vídeo fora deste blog aqui.
Hulu é um "site" onde você pode encontrar programas de TV, em qualidade boa e com permissão das emissoras. É de graça o acesso para os programas, o que paga são as publicidades dentro do site, infelizmente só quem pode entrar são os americanos, por enquanto. Mas a equipe do Hulu está trabalhando para poder abrir para "geral".
Creio que esse é um dos futuros da TV, a junção de mídias e saídas inteligentes para a maior abertura que a internet dá. A TV já está se abrindo e procurando saídas novas... e as gravadoras? desistiram? Não tem bons profissionais para os orientar... enfim, não vou abrir discursão agora, mas fica a questão no ar.
Faz algum tempo que não posto tão frequentemente quanto fazia antigamente, vários motivos, mas como eu vou viajar agora, queria deixar um último post falando de uma coisa que está me interessando muito ultimamente. O tema é coworking.
"O coworking nada mais é do que “o ato de trabalhar junto“, de compartilhar recursos, ferramentas, normas, diretrizes, de formas diversas. Isso pode se dar em espaços comuns ou não, virtuais ou offline."
Tudo começou pois leio muito o blog de Tiago Dória e ele falou do The Hub São Paulo. Comecei a procurar mais sobre o assunto e me apaixonar pela idéia e pensar que isso é vanguarda e uma forma ideal de trabalho (apesar de acontecer a milhões e milhões de anos esse tipo de colaboração). O primeiro contato que tive com coworking de fato, e que eu posso considerar um contato com coworking, foi no pbwiki pela minha amiga Dani, o pbwiki é um espaço onde você pode escolher algumas pessoas para entrar e onde vocês podem trabalhar online. Você pode estar no Brasil e seu colega no Japão, mas mesmo assim você pode fazer um trabalho bacana. Fiz isso com os trabalhos da pós, posso falar que eu era a mais empolgada de todas, amei a facilidade que você pode trocar informação e fazer trabalhos.
Agora, me empolguei com um local similar ao pbwiki, mas que não é tão virtual assim. O The Hub e outros espaços com a mesma funcionalidade. Você agora pode sair de casa, chegar em um escritório com um monte de gente de várias áreas e que não estão necessariamente trabalhando para a mesma empresa que você, mas que podem virar seus parceiros. Uma grande troca de informação, é como se a internet quisesse sair do virtual e ser aplicada no mundo real. Dessa idéia de sair do virtual, mas aplicar uma idéia deste ambiente é a loja Endossa que usa a idéia de lojas virtuais que vendem espaços para pequenos artesãos mostrarem o seu trabalho, virtualmente um ótimo exemplo é o Etsy: "Seu espaço para comprar e vender todas as coisas feitas a mão", slogan do site.
O coworking acontece a algum tempo no jornalismo, como alguns sites que tem seu conteúdo feito pelo público como o CMI fez a muito tempo e outros estão fazendo agora, claro que muitos sites não dão muito certo, tem grandes problemas, mas ainda assim é uma colaboração.
Mas perceba que em nenhum momento o virtual está completamente dispensado, mas é aplicado idéias interessantes do virtual para a vida real, sempre com um blog no suporte da idéia não virtual. Não que a idéia tenha começado no virtual, mas ela ganho um reforço muito mais lá dentro. Também contradizendo os péssimos candidatos a Nostradamus que diziam que com a internet o homem se isolaria de forma enlouquecedora em suas casas evitando todo tipo de contato humano, acredito que pelo contrário a internet aumentou a necessidade de contato com o outro, tanto é que esta idéia de coworking não está crescendo só no virtual.
Tem muito a ser dito sobre o coworking e acredito que este post não será terminado tão cedo, mas isso é um começo de organização de idéias para aplicação na vida.
Pessoas valando e mostrando seus projetos de coworking, vídeos: Tiago Dória
The Hub é uma espécie de escritório compartilhado, onde freelancers pequenas empresas que não tem dinheiro para pagar um aluguel de escritório, ou pessoas que tem a liberdade de trabalhar em casa podem trabalhar e compartilhar informações.
Ele é um espaço onde esses profissionais podem ir e ter uma certa liberdade que teriam em casa e a parte positiva de estar no escritório, que é estar cercado de pessoas que querem trabalhar, mas também podem compartilhar ou trabalhar em conjunto com você. Tem conzinha, salas de conferência, wi-fi, computadores (mas se você preferir levar seu laptop ótimo), impressora, telefone e possibilidade de toda a correspondência de trabalho ser entregue lá.
Acho interessante a idéia pois facilita a vida de quem está começando uma empresa agora, mas também ajuda na interação dos freelancers com outros freelancers e assim podendo trazer parcerias interessantes entre as pessoas. E claro, tem o espaço para encontrar com cliente, sem ser em um restaurante qualquer e sim em um ambiente de trabalho.
Existem na verdade vários The Hubs, mas com diferentes nomes, the hubs originais estão em Londres, Berlim e agora terá em São Paulo. Nos EUA existem vários escritórios de coworking (a expressão desse tipo de trabalho é esta).
Se você quer saber mais sobre os The Hubs acesse abaixo as minhas fontes:
Me pediram para fazer um adeviso para colar no quarto das crianças para elas terem costume em lavar as mãos, escovar os dentes, apagar a luz e tomar banho. É para criança bem novinha, e o arquivo está em PDF.
Uma amiga minha, Yasodara, insistiu para que eu publique no meu blog a minha monografia de pós-graduação que era sobre Marketing de Moda. Então aqui está ela.
Seguinte, é minha monografia, são minhas pesquisas e vocês podem usar como base ou referência. Não vale roubar a monografia para mostrar ao professor como sua. Ok!