Senior management
Um executivo recém-aposentado resolve "pegar" um trabalho como professor adjunto e da uma mexida na escola que trabalha, a escola e os estudantes estão impressionados pelo seu pensamento fresco e novas abordagens.
Um executivo da internet com 41 anos que a decadas está arruinando sua companhia, perde uma tendência atrás de outra porque continua vivendo em 1998.
Uma coisa que acontece com gestores quando eles se tornam sêniors é ficarem presos a idéias antigas. (Como vimos com o novo professor, sênior não é questão de idade e sim a quanto tempo você está no mercado).
Se você está fazendo o que faz a muito tempo você descobre (mas não imagina) que o trouxe a esta posição não é mais um fator diferencial.
Dependência da sua experiência invés da realiadade pode não dar certo (Rupert vive perdendo oportunidades e continua sem enternder o meio em que ele trabalha) ou pode dar (raramente) certo (Steve Jobs continua repetindo o mesmo modelo de negóccio - não é por acidente que a Apple não tem nenhuma ação real na media social. Ele acredita em criar lindos objetos, sistemas fechados e evangelizar desenvolvedores e criadores).
Vale a pena citar Arthur C. Clarke:"Quando um distinto e antigo cientista diz que algo é possível ele provavelmente está certo. Mas se esse mesmo cientista diz que algo é improvavel ele provavelmente estará errado."
O paradoxo está em quando você se tornar sênior as decisões que importam serão as que melhor serão tomadas por pessoas que são junior...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Senior x Junior
O texto abaixo é de Seth Godins, resolvi traduzir porque já vi isso acontecer muito por aí e em qualquer mercado. A tradução é livre por isso com alguns errinhos, peço perdão pelas falhas.
terça-feira, 22 de junho de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Lady Dior
O filme "Lady Dior" (o último lançado - terceiro da saga) filmado por David Lynch em Shanghai. Pode ser visto, também, no site LadyDior.com.
via fashionista
via fashionista
sexta-feira, 7 de maio de 2010
pequena grande casa
O vídeo abaixo mostra a casa de um chinês que fez de sua limitação de espaço uma grande oportunidade de ousar. São apenas 31m² com 24 cômodos.
via swissmiss
via swissmiss
quinta-feira, 6 de maio de 2010
tryvertising
O tryvertising, explicado no vídeo abaixo, chega ao Brasil nos próximos meses através de 2 empresas: Clube Amostra Grátis, e a Sample Central. São empresas de amostras grátis com questionário, os associados farão testes de novos produtos para empresas interessadas. Quem tiver interesse de testar tem de pagar taxa de associação.
via FFW
via FFW
quarta-feira, 5 de maio de 2010
então...
Estou ausente deste blog e lutando para poder voltar a escrever alguma coisa interessante. Muita coisa aconteceu para me afastar daqui, uma delas foi a desilusão com a carreira que tinha escolhido e a decisão de me afastar quase 100% dela. Isso dá um sentir entorpecido sobre o meu eu profissional que me deu calafrios quando via, falava e pensava sobre publicidade/marketing.
Foi nesse estado que me deparei com a seguinte citação Ana Luiza Nobre na entrevista feita pela [entre]:
Sabe, sinto a mesma coisa que ela e devo dizer que aprendi muito mais pesquisando sobre o mercado do que na faculdade. No trabalho não tive muita sorte, a maioria das empresas para as quais trabalhei também tinham sérios problemas. Se me disserem, é assim o mercado, vou dizer que trabalhei em pouquíssimas, mas muito boas empresas que tinham noção do que era o mercado e conheci pela internet umas tantas outras que também tinham. Infelizmente elas são exceção.
Acredito que acontece um ciclo vicioso nesse caso. A escola é ruim, o profissional vai se tornar ruim se não se agilizar. Mas ao mesmo tempo o bom profissional não consegue ficar no local ruim, afinal se ele só for excelente profissional, mas não tiver um excelente QI não fica naquele mercado. E vai cassar mercados mais abertos ao seu profissionalismo.
A minha cidade perdeu e perde diariamente profissionais maravilhosos para as 2 grandes capitais Rio e São Paulo. Não que elas sejam perfeitas, mas há mais inteligência empresarial e aberturas para isso.
Ciclo de mediocridade influência nos baixos salários e desrespeito com o profissional e incentivo ao emprego público.
No final devo dizer que apesar de pensar nisso tudo não acho que foi (apenas) o mercado que me deixou na desilusão que me encontro, se quisesse continuar sendo publicitária ou "marketeira" teria ido para longe. Porém, queria recomeçar a escrever aqui.
Felicidades a todos
Foi nesse estado que me deparei com a seguinte citação Ana Luiza Nobre na entrevista feita pela [entre]:
"Fui uma péssima aluna! Meu curso de arquitetura foi muito ruim....E foi essa falta, de um certo modo, que me moveu depois. Quando terminei a faculdade, percebi que minha formação era muito incompleta... nem sempre a formação se dá em um ambiente acadêmico. Na falta de uma escola, também podemos cobrir as lacunas da nossa formação buscando aquelas pessoas que têm algo a dizer para nós. Mas para isso é fundamental identificá-las." Ana Luiza Nobre
Sabe, sinto a mesma coisa que ela e devo dizer que aprendi muito mais pesquisando sobre o mercado do que na faculdade. No trabalho não tive muita sorte, a maioria das empresas para as quais trabalhei também tinham sérios problemas. Se me disserem, é assim o mercado, vou dizer que trabalhei em pouquíssimas, mas muito boas empresas que tinham noção do que era o mercado e conheci pela internet umas tantas outras que também tinham. Infelizmente elas são exceção.
Acredito que acontece um ciclo vicioso nesse caso. A escola é ruim, o profissional vai se tornar ruim se não se agilizar. Mas ao mesmo tempo o bom profissional não consegue ficar no local ruim, afinal se ele só for excelente profissional, mas não tiver um excelente QI não fica naquele mercado. E vai cassar mercados mais abertos ao seu profissionalismo.
A minha cidade perdeu e perde diariamente profissionais maravilhosos para as 2 grandes capitais Rio e São Paulo. Não que elas sejam perfeitas, mas há mais inteligência empresarial e aberturas para isso.
Ciclo de mediocridade influência nos baixos salários e desrespeito com o profissional e incentivo ao emprego público.
No final devo dizer que apesar de pensar nisso tudo não acho que foi (apenas) o mercado que me deixou na desilusão que me encontro, se quisesse continuar sendo publicitária ou "marketeira" teria ido para longe. Porém, queria recomeçar a escrever aqui.
Felicidades a todos
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por Rutu Modan
