Ultimamente estou numa onde de vídeos, mas é que eles estão dando o que falar. A última é que a MTV barrou o vídeo novo do Gnarls Barkley a música é "Run" do novo álbum "The Odd Couple".
Aparentemente o vídeo tem efeitos de estrobo que poderiam detonar crises de epilepsia. Não sei se isso realmente ocorre, até porque os efeitos são muito de leve. Então veja se é real e se alguém tiver uma crise de epilepsia favor avisar.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Hipervídeo
Estava fazendo uma pesquisa para o trabalho sobre hipervídeo, principalmente feitos no Brasil, achei muito pouca referência sobre isso e muito poucos trabalhos feitos com esta tecnologia.
Até onde foi minha pesquisa percebi que o hipervídeo pode ser algo muito maior do que uma TV Digital. É uma ótima tecnologia para jornalistas, publicitários e educadores. São vídeos interativos, onde você pode navegar por ele. A idéia pode evoluir para muitas e muitas funções, acho que deveria haver mais investimento nesse tipo de mídia.
O problema do hipervídeo é que para muitas pessoas ele pode ser confuso, como ele tem muitas "atividades" a pessoa pode não saber como utiliza-lo e até perder o raciocínio do que está sendo falado, acredito que é necessário vários estudos para tornar esta ferramenta mais eficaz e evitar confusões. Aliás, como tudo que é novo, é necessário ter pesquisas com público para ver a maneira mais efetiva e com menos confusão, mas ao mesmo tempo tendo muita informação dentro do vídeo.
Sinceramente acredito que pessoas mais antigas e que não tenham muita habilidade com o computador e a internet possam encontrar muitas dificuldades, aliás acredito que esse tipo de pessoa não irá usar esta ferramenta.
Existe uma ferramenta que faz hipervídeos, não tem tantas opções, como passar de um vídeo para outro no mesmo "espaço", mas para iniciantes é uma ótima forma de treinar. A ferramenta é o site Asterpix, um tipo YouTube para hipervídeos. Exemplo dos vídeos dele abaixo:
Infelizmente neste vídeo só tem uma interação no início do vídeo.
Um local que tem hipervídeos muito interessantes é a Agência Brasil, achei apenas 2, que valem muito a pena ver. O melhor na minha opnião é o vídeo Consumo Consciente, veja aqui. O segundo vídeo é o Nação dos Palmares, um documentário, veja aqui.
Quer saber mais sobre hipervídeo? Entre nestes sites: Yaso1 e Yaso2, Andre Deak, Wikipedia, Gattune, Daniela Bertocchi.
Até onde foi minha pesquisa percebi que o hipervídeo pode ser algo muito maior do que uma TV Digital. É uma ótima tecnologia para jornalistas, publicitários e educadores. São vídeos interativos, onde você pode navegar por ele. A idéia pode evoluir para muitas e muitas funções, acho que deveria haver mais investimento nesse tipo de mídia.
O problema do hipervídeo é que para muitas pessoas ele pode ser confuso, como ele tem muitas "atividades" a pessoa pode não saber como utiliza-lo e até perder o raciocínio do que está sendo falado, acredito que é necessário vários estudos para tornar esta ferramenta mais eficaz e evitar confusões. Aliás, como tudo que é novo, é necessário ter pesquisas com público para ver a maneira mais efetiva e com menos confusão, mas ao mesmo tempo tendo muita informação dentro do vídeo.
Sinceramente acredito que pessoas mais antigas e que não tenham muita habilidade com o computador e a internet possam encontrar muitas dificuldades, aliás acredito que esse tipo de pessoa não irá usar esta ferramenta.
Existe uma ferramenta que faz hipervídeos, não tem tantas opções, como passar de um vídeo para outro no mesmo "espaço", mas para iniciantes é uma ótima forma de treinar. A ferramenta é o site Asterpix, um tipo YouTube para hipervídeos. Exemplo dos vídeos dele abaixo:
Infelizmente neste vídeo só tem uma interação no início do vídeo.
Um local que tem hipervídeos muito interessantes é a Agência Brasil, achei apenas 2, que valem muito a pena ver. O melhor na minha opnião é o vídeo Consumo Consciente, veja aqui. O segundo vídeo é o Nação dos Palmares, um documentário, veja aqui.
Quer saber mais sobre hipervídeo? Entre nestes sites: Yaso1 e Yaso2, Andre Deak, Wikipedia, Gattune, Daniela Bertocchi.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Entrou na Internet virou For free
Em uma matéria da WIRED foi defendida a idéia que o futuro dos negócios da internet é o "for free" ou de graça. Veja a matéria aqui.
Achei interessante, apesar de longa a matéria, eles começam falando que a idéia de dar o produto de graça para o consumidor veio com a Gillete que por volta da década de 30 no século passado, colocou giletes como brindes em pacotes de outros produtos. Claro que a idéia era como só com a gilete não dava para utilizar você tinha que comprar o local onde se colocava a gilete. A idéia é dar parte do produto, que não funciona sozinho para a pessoa comprar o restante que era muitas vezes mais caro que o produto dado.
Dessa idéia ela começa a falar que na internet os produtos e serviços oferecidos normalmente tem custo zero e que essa é uma nova era no mercado, o produto/serviço de graça. Um exemplo é o NY Times que fornece informação de graça para os leitores, mas quem conhece o site sabe que ele é cheio de publicidade e em alguns "cadernos", para você entrar, você passa por uma publicidade. Aqui a gente volta a idéia do mecenas na internet, na verdade a informação é paga, e algumas vezes é até mais cara na internet, mas quem paga são os mecenas, empresas que anunciam no caso do NY Times.
Achei interessante, apesar de longa a matéria, eles começam falando que a idéia de dar o produto de graça para o consumidor veio com a Gillete que por volta da década de 30 no século passado, colocou giletes como brindes em pacotes de outros produtos. Claro que a idéia era como só com a gilete não dava para utilizar você tinha que comprar o local onde se colocava a gilete. A idéia é dar parte do produto, que não funciona sozinho para a pessoa comprar o restante que era muitas vezes mais caro que o produto dado.
Dessa idéia ela começa a falar que na internet os produtos e serviços oferecidos normalmente tem custo zero e que essa é uma nova era no mercado, o produto/serviço de graça. Um exemplo é o NY Times que fornece informação de graça para os leitores, mas quem conhece o site sabe que ele é cheio de publicidade e em alguns "cadernos", para você entrar, você passa por uma publicidade. Aqui a gente volta a idéia do mecenas na internet, na verdade a informação é paga, e algumas vezes é até mais cara na internet, mas quem paga são os mecenas, empresas que anunciam no caso do NY Times.
terça-feira, 4 de março de 2008
Museu Chanel
Me chame de desatualizada, mas eu fiquei sabendo só agora que vi o blog Fora de Moda de Ricardo Oliveiros que a Chanel está com um super-projeto com a arquiteta Zaha Hadid. O projeto é o Chanel Mobile Art, um tipo de museu itinerante, que é feito com módulos desmontáveis.
"A exposição do Mobile Art foi curada pelo francês Fabrice Bousteau que é diretor da Beaux Arts Magazine. Ele escolheu 20 artistas entre conceituados como Sophie Calle, Nobuyochi Araki, Pierre et Gilles, Yoko Ono e jovens como o argentino Leandro Erlich. O site da exposição você pode ver as câmeras colocadas no lado externo do museu móvel e começar a planejar sua viagem!" Ricardo Oliveiros
Mecenas modernos na Internet
Empresas na internet são o futuro, aliás o presente, fazer elas serem rentáveis e atrativas é o que faz um bom administrador. Mas estas empresas também precisam de um mecenas para que elas possam crescer e se firmar.
Acredito que a volta, com força, da figura do mecenas, que agora tem outro nome Venture Capital é mais chic falar esta palavra, mas acaba que ele é o velho e bom mecenas que acredita em um "artista" e patrocina-o.
Ontem estava vendo um programa que gosto muito, o Mundo S/A, e apareceu uma empresa que é considerada a mecenas desse tipo de negócio, a Monashees Capital. Um dos projetos patrocinados por este mecenas moderno é a Boo-Box, esta empresa merece destaque pois ela viabiliza uma nova forma de vender e fazer marketing, resumindo o que a empresa faz ela possibilita o internauta comprar as peças que ele vê em uma foto, por exemplo, você vê em um site de fofoca (parece que este exemplo foi o que iniciou a empresa) a foto de Giselle Bündchen e adora o sapato que ela está usando, quer comprar... é só clicar na foto, mais precisamente no sapato, que abre uma janela da loja que vende o produto e bum você pode comprar ou apenas fazer uma pesquisa de preços.
Nada mais internet do que este negócio: interatividade, entretenimento, vendas ($) e se você for mais afundo acha outras características de um negócio feito pelos moldes da net. Segundo o blog de Fábio Seixas, leia aqui, esta ferramenta é mais direcionada aos blogs:
A empresa, brasileira, foi até citada pelo respeitado site Techcrunch, veja aqui. Pelo que deu para ler eles acreditam na idéia, mas não sabem como vai funcionar.
Mas voltando um pouco, sobre o mecenas, existe também o mecenas musical. Aliás, a forma que atualmente acredito que as gravadoras podem usar para poder crescer no mundo virtual, é uma forma inteligente para que eles consigam lucrar mas ao mesmo tempo disponibilizar de forma segura downloads. Aparentemente a Trama Virtual faz isso, segundo seu CEO João Marcelo Bôscoli:
O interessante é as gravadoras acharem mecenas que patrocinem seus artistas, liberando o download de graça e com alguma coisa a mais para quem baixa, baixar no site da gravadora. Sem contar que a gravadora pode ter cadastro de quem utiliza a faixa, de quem escuta esse tipo de música e conhecer à fundo o seu cliente, podendo oferecer mais tarde algum produto que o interesse. Enfim é infindável as opções que podem advir disso.
Acredito que a volta, com força, da figura do mecenas, que agora tem outro nome Venture Capital é mais chic falar esta palavra, mas acaba que ele é o velho e bom mecenas que acredita em um "artista" e patrocina-o.
Ontem estava vendo um programa que gosto muito, o Mundo S/A, e apareceu uma empresa que é considerada a mecenas desse tipo de negócio, a Monashees Capital. Um dos projetos patrocinados por este mecenas moderno é a Boo-Box, esta empresa merece destaque pois ela viabiliza uma nova forma de vender e fazer marketing, resumindo o que a empresa faz ela possibilita o internauta comprar as peças que ele vê em uma foto, por exemplo, você vê em um site de fofoca (parece que este exemplo foi o que iniciou a empresa) a foto de Giselle Bündchen e adora o sapato que ela está usando, quer comprar... é só clicar na foto, mais precisamente no sapato, que abre uma janela da loja que vende o produto e bum você pode comprar ou apenas fazer uma pesquisa de preços.
Nada mais internet do que este negócio: interatividade, entretenimento, vendas ($) e se você for mais afundo acha outras características de um negócio feito pelos moldes da net. Segundo o blog de Fábio Seixas, leia aqui, esta ferramenta é mais direcionada aos blogs:
"O serviço trata de contextualizar produtos dentro de posts de blogs linkando imagens diretamente para produtos dentro de lojas virtuais sem a necessidade de sair do site ou blog. Minha analise ainda superficial é que trata-se de uma abordagem alternativa para motetização de blogs que tende a ser ainda mais relevante que o adsense. Mas cabe uma analise melhor quando o serviço estiver disponível."
A empresa, brasileira, foi até citada pelo respeitado site Techcrunch, veja aqui. Pelo que deu para ler eles acreditam na idéia, mas não sabem como vai funcionar.
Mas voltando um pouco, sobre o mecenas, existe também o mecenas musical. Aliás, a forma que atualmente acredito que as gravadoras podem usar para poder crescer no mundo virtual, é uma forma inteligente para que eles consigam lucrar mas ao mesmo tempo disponibilizar de forma segura downloads. Aparentemente a Trama Virtual faz isso, segundo seu CEO João Marcelo Bôscoli:
"Uma das coisas bacanas do Trama Virtual é o download pago, mas pelos anunciantes e patrocinadores do projeto. Cada música baixada pelo internauta, reverte um pagamento para o autor da faixa."
O interessante é as gravadoras acharem mecenas que patrocinem seus artistas, liberando o download de graça e com alguma coisa a mais para quem baixa, baixar no site da gravadora. Sem contar que a gravadora pode ter cadastro de quem utiliza a faixa, de quem escuta esse tipo de música e conhecer à fundo o seu cliente, podendo oferecer mais tarde algum produto que o interesse. Enfim é infindável as opções que podem advir disso.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Guerra de comidas
Uma novidade nos sites, que eu tenho entrado é a guerra de comidas. Tem um site que você mesmo pode brincar "brigar" com a comida, veja aqui e tem um filme onde comidas tradicionais de várias partes do mundo brigam entre si. Só achei que faltou a feijoada brigando com a galera... ela ia detonar, veja aqui o site da luta.
Olha o que eu achei!!!
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por Rutu Modan
